quinta-feira, 3 de novembro de 2011

SEM ASSUNTO



 Por Sandrini

Oh, gente, eu realmente não consegui me decidir direito sobre qual o assunto desse post. Tenho escolhas muito boas para serem compartilhadas, mas decidi lhes dar o caminho que leva para os Deuses Egípcios.

Sim, existem outras formas! Claro! Você pode chama-los num ritual, conversar, mas conhecimento nunca é demais. Pelo menos é o que eu acho. E de graça, até injeção na testa!

Então, vindo diretamente das terras de Ali-bah-bah, dos gênios nas lâmpadas e tapetes voadores.... Lhes apresento aqui, a trilha para a Pirâmide Divina!

“Olhos fechados. Respire profundamente, esvazie a mente, desligue-se de seu corpo, entre em estado de meditação.

Aos poucos você percebe que seus sentidos vão acordando: você sente a areia contra seu corpo, quente se estiver de dia, frio se estiver a noite. Sinta o vento do deserto em sua pele.

Logo, ouça o som do vento; o eco da imensidão desértica; e a sua respiração. Deixe seus pensamentos fluírem lentamente, permita-se ter consciência de onde está. Abra os olhos, e veja o céu (estrelado à noite, azul límpido de dia), e fique ali algum tempo. Contemple a imensidão por instantes, sinta-se Uno com o deserto, sinta a energia que vibra com o vento e com a areia e integre-se a ela. Fique assim o tempo que desejar, até que sinta vontade de se levantar.
No horizonte você encontra uma grande pirâmide (brilhante e dourada como ouro, ou prateada e reluzente ao luar), em volta dela quatro grandes obeliscos, cada um representando um ponto cardeal. 

Você segue em sua direção, sentindo-se atraído por ela. Você caminha por algum tempo e conforme vai se aproximando, um portal de pedras se torna visível. O caminho adentro é escuro, mas não tenha medo.

Nesse ponto, é importante ter me mente Quem você quer visitar. Se preferir, diga em voz alta para não ter dúvidas.
Então, dê o primeiro passo para a escuridão, e para sua surpresa, tochas de cada lado do corredor vão se acendendo e iluminando seu caminho. Conforme você caminha, as tochas vão se acendendo indicando o caminho que você deve prosseguir, e vão logo se apagando atrás de si. Você não tem mais a opção de voltar, só a de seguir em frente pelo caminho pedido. E no meio do caminho, você encontra outros corredores, mas as tochas não se iluminam pra eles. Talvez outro dia.

Ao final, as tochas vão se apagar e você encontrará enormes portas que darão para a sala, cuja divindade que vai te receber está lhe esperando. “

Bem, parece complexo, mas na verdade é muito simples. Se nem tudo acima descrito acontecer, não se preocupem. Eu, quando acordo no deserto, esta sempre de noite. Ao longe, eu avisto uma cidadezinha bem estilo Egito Antigo. Casas pequenas e de tijolos, panos nas janelas, portas de madeira, cavalos nas ruas, e um pouco distante tem o rebanho de ovelhas. Nunca fui lá... ainda!

Outro ponto são os obeliscos. Eu nunca os vejo, ou presto atenção neles. Mas sempre tem esfinges dos lados da entrada.

A primeira vez, me dei permissão para brincar com a areia e o vento antes de entrar na pirâmide. Cai, rolei, apalpei a areia entre os dedos, brinquei, dei cambalhotas. Corri com o vento, me diverti mesmo. Nada lhe impede de fazer o mesmo, é uma sensação indescritível!

Bem, basicamente, vocês podem visitar qualquer Deus Egípcio naquela pirâmide.

Ok, agora é com vocês! Espero acima de tudo, que tenham gostado desse post! Acreditem, precisei da permissão de um Deus para compartilhar isso com vocês! Ajoelhem-se diante de mim, meros mortais! Mwuahahaha!!

Despeço-me de vocês agora, nos vemos no próximo post, ou no astral, ou nos esbarramos por ai, povo de São Paulo!

Abraços e uivos!

Até a próxima!

2 comentários:

Nanael Soubaim disse...

Pois escolheste bem o tema. Quando temos muitas idéias na cabeça, mas pouco tempo contínuo, elas competem mesmo pela nossa atenção; às vezes até se atrapalham umas às outras.

Victor Augusto de Souza disse...

Curti bastante Sandrini!
Parabéns
Bjos