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Histórico
Relâmpago
Criado em 1939,
por Bob Kane para a Detective Comics e
adquirindo revista própria em 1941 e blá-blá-blá,
quem não sabe isso?
Vamos ao que interessa... |
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Tem gente na
Batcaverna
O Homem Morcego sempre teve uma relação conflitada com
atores em carne e osso. Nos anos 1940, teve dois seriados de
15 capítulos para o cinema onde, ao lado de Robin, enfrentava
malfeitores normalíssimos e até usava revólver!!! |
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Sua
segunda incursão na telinha, embora tenha entrado para a história
e durado três anos, não se pode dizer que refletisse o verdadeiro
espírito do “Cruzado-Embuçado” (Ih, ele tem tantos
codinomes...). A série Batman de 1966 com Adam West e Burt
Ward, que teve um longa-metragem para o cinema, foi a única responsável
pela “má imagem” do próprio personagem, ou seja, boatos
maliciosos acerca de seu relacionamento com o Menino Prodígio,
chacota (justificada) com o comportamento dos heróis e dos vilões...
E falando nos vilões, estes sim, tinham sérios problemas de afirmação
sexual: Coringa, Charada, Rei Tut e, é claro, Chandell, vivido pela
pianista Valentino Liberaci. Ok, hoje em dia este é um programa
reverenciado e assume ares de retrato pop de toda uma época, mas ao
mesmo tempo pode ter atravancado a carreira de Batman por muito
tempo nas telas. Um clássico camp de boas intenções, mas...

Leia
mais sobre a série dos anos 60 aqui
Enquanto isso, os
desenhos animados iam muito bem, obrigado. Apesar de não ter
merecido um seriado histórico como Superman em 1941 pelos
Estúdios de Max e Dave Fleischer, ao menos entre os anos 60 e 70,
suas séries animadas respeitavam um mínimo o Morcegão. Assim,
como os quadrinhos. Seu grande debut na TV aconteceria em 1992, na
estilosa série Batman da Warner. Os melhores roteiros (sem
citar os traços) estão ali, certamente.
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Batman estrelou duas séries animadas pela Filmation...
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...além de freqüentar a Sala de Justiça
em Superamigos.
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Mas a melhor adaptação para TV
foi mesmo a Série Animada da Warner dos
anos 90. Depois ainda teve Batman do Futuro e The
Batman.
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Batman no
cinema
Os anos e as décadas
passaram incólumes sem que Bruce Wayne sequer soubesse o que seria
voltar às telas. Nada de TV ou cinema. Em carne e osso não. Até
que, em 1989, Tim Burton encheu os fãs de esperança com o seu Batman.
Sem Robin e com Jack Nicholson!!!! Infelizmente, Burton não possui
mão para super heróis e ao criar um Coringa teatral ao extremo
(nada contra o trabalho de Nicholson, mas está circense demais) e
quase calcado no “original” criado por César Romero para o
seriado, via-se que claramente que era o rumo errado. Além de tudo,
Michael Keaton NUNCA seria Batman!!! O baixinho encarnou o
personagem por uma relação de amizade com o diretor do filme e
nepotismo é isso. Nunca dá certo. Burton quase acerta na aventura
seguinte Batman, O Retorno, trazendo a SEGUNDA Mulher Gato
mais linda do cinema: Michelle MEOW Pfeiffer. Sim, porque a
PRIMEIRA Catwoman por excelência terá o nome Julie Newmar pela
eternidade. O Pingüim de Danny de Vitto também marcou, mas bah...
E o “mocinho”?
Em Batman
Eternamente sai a “dupla dinâmica” Burton e Keaton e o
“carnavalesco” Joel Schumacher, assume a direção. Quem encarna
o Morcego é o galã Val Kilmer. Os vilões ficam a cargo de Jim
Carrey, o Charada e Tommy Lee Jones, o Duas-Caras. A mocinha é, uma
ainda chatinha, Nicole Kidman. Esqueçam este. Colorido demais para
uma aventura do soturno personagem; há o discutível acréscimo do
Robin e os vilões são os piores da série.
Finalmente a
safra humilhante termina com o polêmico Batman e Robin,
ainda nas mãos do Clovis Bornay de Hollywood, ele mesmo, o
Schumacher. E ao contrário do que muitos dizem, considero este
mediano em comparação ao primeiro e ao terceiro. Por duas simples
razoes: é, assumidamente, uma homenagem ao seriado de 1966 e é
estrelado pelo melhor Batman desta fase: George Clooney. É trash
(mesmo que involuntariamente) assumido e pronto!

Batman no cinema: Um
foi pouco! Dois foi bom!
Três foi demais... e o quatro, Vixe Maria, nem se fala...
Batman Begins
de 2005 tem dois Chris responsáveis: Christopher Nolan, o diretor e
Christian Bale, o protagonista. Bale é o destaque do filme e não
os vilões. Batman já não é uma caricatura de si mesmo. Dignidade
já! Sem piadas sexistas, por favor.

Finalmente,
The Dark Knight
Pois é, Nolan e
Bale repetem a parceria e o Coringa de Heath Ledger é apavorante,
Harvey Dent é... Bem, todo mundo sabe. Katie Holmes caiu fora, graças
a Deus e os ótimos coadjuvantes permanecem. Aguardem resenha ainda
esta semana e com uma Bat-Super-Promo DAQUELAS!!! Até lá, lupis!
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