O esperado crossover entre a Supergirl e o Flash será num episódio da moça de aço e vai ao ar esse mês (dia 28 de março pela CBS).
A sinopse do episódio e World’s Finest diz o seguinte: Kara ganha um novo aliado quando o velocista Flash (Grant Gustin) aparece repentinamente de um universo alternativo para ajudar Kara contra a Banshee Prateada e Curto-Circuito."
Taí, respondida a minha pergunta aqui no Alcateia.com outro dia: Supergirl e Superman (que nunca aparece) e Flash (+ o Arrow e todos os heróis de suas séries) são de dimensões distintas (Por que? Por que a DC é incompetente e não consegue arrumar seu universo direito!).
Essas duas séries são bem água com açúcar mas fazem bastante sucesso ente os jovens. A participação do Flash veio a dar uma força pra Supermoça que ainda não tinha sua segunda temporada garantida (agora tem!). Eu atualmente curto (com restrições) o universo televisivo DC muito mais do que o de cinema. Vamos ver se o vindouro Batman X Superman muda isso.
Ah, sim, você sacou a homenagem no poster lá em cima? É baseado na clássica arte de Carmine Infantino e Murphy Anderson feita para Superman #199, de 1967. Ela mostrava a primeira de muitas outras disputas entre Superman e Flash:
Se você sacou a referência... Troféu Steve Rogers!
Saca aê o visual modernoso do novo Duck Tales que volta à telinha em 2017. Não sei se a atual geração chegou a ver esse desenho que anda sumidaço da TV. Tomara que o Donald apareça mais nessa nova adaptação já que na antiga ele só fazia uma ou outra aparição!
Eu não perdia um quando passava no SBT. Eu curtia os quadrinhos do velho Patinhas e vê-lo pela primeira vez animado era muito legal! Anos mais tarde é que descobri que o Tio Patinhas já apareceu numa desenho antes (acredito que nunca exibido aqui). Desenho muito educativo para esses tempos atuais: "Sobrinhos, não existe almoço grátis! Alguém sempre paga a conta!" disse o sábio muquirana. E estava certo...
Segundo "The Hollywood Reporter", o universo DC tem um novo comissário Gordon: o ator J.K. Simmons (Isso aí, o J.Jonah Jameson da trilogia do Aranha). As filmagens de Liga da Justiça começam no dia 11 de abril, em Londres.
Claro que ele é um ótimo ator e vai fazer algo diferente... Mas essa dança das cadeiras Marvel e DC confundem minha cabeça.
Todo domingo vamos botar aqui no alcateia.com uma espécie de sessão nostalgia relembrando good times da TV: por Renato Rodrigues
Ele era o único militar dos anos 70 que não metia medo em ninguém: Capitão Aza. De 66 até 79 só dava ele entre a garotada!
Entre suas principais atrações, estavam os desenhos "desanimados" Marvel e Homem Aranha, a Turma da Pantera Cor de Rosa, Batman (a série), Anjo do Espaço, Super Robin Hood, Mr. Magoo, Esper: o Garoto a Jato, Vingadores do Espaço, Robô Gigante, e o campeão de audiência SPEED RACER!!! Em 1973, o Capitão chegou a ter histórias em quadrinhos publicadas na revista "O Cruzeiro Infantil" da Editora O Cruzeiro.
Em 1979, depois de 10 meses sem pagamento, assim como os demais funcionários da Tv Tupi, o Capitão Aza, apresentou o último programa, dizendo como despedida que teria de partir para uma missão no espaço! Era mesmo uma outra época.Nosso intrépido Antero Leivas fez uma entrevista com ele há alguns anos para revista "Séries TV e Cinema":
Wilson Vianna curtindo a Super Séries (Foto de Maurício Christovão)
Com a palavra, Antero:
Célebre condutor de nossas tardes televisivas naqueles conturbados anos 70, Wilson Vianna, ou melhor, o eterno CAPITÃO AZA, estava bem para 400 anos, cercado de grandes amigos no Iate Clube do Rio de Janeiro. Dentro de seu próprio barco, ele concedeu-me esta comovente e rica entrevista em 1999, num dia nublado e muito frio, porém aquecido pela sua valente e nobre presença, como bem deve ser, a presença de um verdadeiro herói. Um Super-Herói Brasileiro.
Capitão, onde o Senhor nasceu?
Capitão Aza: Nasci em Ipanema, há 400 anos...(a idade do Fantasma)
Como foi o seu começo no Show-Bizz?
C.A.: Comecei na Atlântida e fiz inúmeros filmes lá, com Oscarito, Grande Otelo...
E sobre o Tarzan Mexicano?
C.A.: Após filmar com êxito em vários países, dentre os quais França e EUA, em fins da década de 50, fui chamado para estrelar El Mondo Salvaje de Baru, não batizado de Tarzan por problemas de Trademark. Minha “Jane” chamava-se Maria (a blondie venezuelana, Ingrid Garbol) e o mascote do herói era o chimpanzé Joker. O sucesso foi tanto que motivou uma continuação: Baru, El Hombre de La Sielva, sucesso no mundo todo. Pelas ruas do México, eu desfilava pelos restaurantes e lugares da moda, ao lado do macaco de fraque e cartola....
Como era o ramo da dublagem no Brasil, nesta época ?
C.A.: Não existia. Depois de trabalhar em 9 filmes no México, voltei para cá e fui convidado para dublar uma série que estreava em nossa TV : Bonanza. Esta foi a primeira feita no país. Sou, portanto, o primeiro. O pioneiro na arte de dublar nestas paragens... O que me possibilitou fazer um curso em Los Angeles, adquirindo know-how suficiente para consolidar por aqui esta honrosa profissão, ao lado de nomes do porte de Murilo Néri (o narrador de Os Intocáveis) , Dênis Carvalho (o Rusty de Rin-tin-tin), Daniel Filho, Herval Rossano e outros. Lancei inesquecíveis séries: Charlie Chan, Bat-Masterson, Patrulha Rodoviária, Aventura Submarina, O Homem do Espaço, Desafio ao Homem, dentre outras...
Depois de estrear na TV Rio e atuar em humorísticos de sucesso, o senhor foi para os Estados Unidos. Por quê?
C.A.: Nas minhas andanças pela vida, fui parar em terras norte-americanas e acabei ficando por lá cinco anos. Trabalhei como garçon, office boy, essas coisas. Quando podia, exibia-me cantando, aqui e ali. Numa dessas exibições, a secretária pessoal de Samuel Goldwin (o todo-poderoso presidente da MGM) me convidou para trabalhar em The Great History Ever Told ao lado de Telly Savallas, Maximilian Schell e muitos outros. O próprio Goldwin, arrumou-me o papel.
E a TV por lá? Era uma possibilidade?
C.A : Claro, e uma grande possibilidade. Cheguei a fazer um teste para a série Combate (produção de 1963, com Vic Morrow), porém estourara a guerra do Vietnã e tive de voltar para o Brasil, para evitar convocação.
Como estava o nosso país, nesta sua volta?
C.A.: Fervilhante. Mas havia trabalho. Ingressei logo na TV Rio, para a série As Aventuras do Capitão Atlas, mais um herói das selvas (Floresta da Tijuca). Enquanto isso, preparava-me para meu 71° filme: O Tesouro de Zapata, co-produção entre Estados Unidos e Brasil, possivelmente, o primeiro western tupiniquim.
Foi nesta época que nasceu o grande herói dos anos 70?
C.A.: (Modesto) Em setembro de 1966, Paulo Pontes e Vianinha (o célebre dramaturgo Oduvaldo Vianna Filho), em homenagem a um falecido herói da FAB, Azambuja, criaram o programa que se denominou Clube do Capitão Aza, sob a direção de Maurício Sherman (o "inventor" da Xuxa) e Alcino Diniz. Criação esta que era uma estratégia para derrubar o Capitão Furacão (o ator/dublador Pietro Mário), campeão das tardes. Funcionou. Assim que o Capitão Aza chegou, derrotou o Furacão, velho homem do mar...
Em tal período, o Senhor chegou a sofrer alguma sanção por parte do governo militar, ou incomodar a esquerda...
C.A.: Nunca (enfático). Meu programa era para crianças e adolescentes. Nunca incomodei um lado ou outro. Preocupava-me, sim, com a formação digna da infância e juventude brasileira.
Quando vieram Os Trapalhões...
C. A.: Pois é, fiz dois filmes com eles: Os Trapalhões e o Mágico de Orós, com o Didi, com quem me incompatibilizei e não trabalharia jamais (tenho meus motivos), e Atrapalhando a Suate, com Dedé, Mussum e Zacarias.
Como vive, hoje, o “nosso” Capitão?
C.A.: Hoje, levo uma vida tranquila, pescando, entre os meus amigos deste Lar de Campeões, que é o Iate Clube do Rio de Janeiro. Tenho muito a agradecer a esta plêiade de vencedores, homens do mar e da paz. Os nomes são muitos, impossível enumerar aqui...
Uma mensagem, aos fãs de ontem e de sempre, por favor, Capitão...
C. A.: Quero mandar um abraço a todos os que me conheceram e aos que estão me conhecendo agora. Meu muito obrigado a você, Antero, ao fotógrafo Maurício e aos editores de tão conceituada publicação. Não quero mais reviver nada de meus 40 anos de vida artística. Hoje, quero descansar... Vivam a vida! Muito obrigado a todos.
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Wilson Vianna faleceu em 2003. Quem quiser saber mais detalhes da vida do homem e do mito, é só ler o livro A Vida Trepidante De Wilson Vianna, de Dora Mendonça (86 págs., Formato Grande- Ed. Lidador)
Lembra que iam fazer um terceiro filme dos Caça-Fantasmas? Aí depois desistiram. Aí voltaram a tentar fazer e o Bill Murray ficou de frescura dizendo que não ia ia fazer? Aí o Egon morreu e o projeto quase morreu junto?
Até que a novela desembocou para algo que me assustou mais que o Geleia com dor de barriga: UM REMAKE no lugar de uma continuação digna...
Já viram o trailer?
Pois é... ele começa com piadas de torta gosma na cara, depois mostra um quarteto que traz as mesmas características do original e uma nova história de origem ignorando os filmes anteriores. Pode ser má vontade (talvez seja) mas a única piada que funcionou no trailer foi a "Winston Mulher" exorcizando a colega no final.
Ghostbusters é uma das franquias mais queridas dos anos 80 rendendo um desenho que era tão bom quanto o filme (e em alguns momentos, até melhor) e que só não figura entre os desenhos prediletos da geração Pokemon porque nunca mais passou na TV aberta.
Há anos que espero uma sequencia com o elenco original, mas os lerdos demoraram tanto que os atores já começaram até a passar para o outro lado (Como foi o caso de Harold Ramis, o nosso querido Egon).
Aí me aparecem com isso aí... que até pode ser engraçada pois o elenco é bom de jogo, mas que fica já no trailer com cheiro de comida requentada. Qual o ponto de fazer um grupo de mulheres que poderiam ser heroínas/cientistas/ocupadas em salvar o mundo (no lugar de se preocupar com relacionamentos como em 99% dos filmes) e colocar nelas as mesmas personalidades dos homens da franquia anterior? Por que não fazê-las totalmente independentes e diferentes dos personagens anteriores criando de verdade uma NOVA geração de caçadoras de fantasmas que assumiu os negócios dos rapazes (agora aposentados)?
Qual o ponto, modeeeeeeus? E pra eu não ser crucificado como machista (que sou) eu chamo a atenção para o IMDB que classificou o elenco assim:
Repararam? Rapararam? O filme é estrelado por QUATRO mulheres e o IMDB colocou em primeiro lugar o Thor (Chris Hemsworth) que faz o papel coadjuvante da "Janine"!!! ACHOU POUCO? Olha então a colocação na lista da atriz Leslie Jones (que faz a caça-fantasma negra neste filme)
Uma noite morna no Oscar onde a única expectativa reinante era se o Dicaprio ia ou não ia perder o cabaço. Eu achei que a abertura do "Todo Mundo Odeia o Cris" seria mais ácida. Ele parecia em cima do muro, criticando com um humor leve o assunto que dominou esse pré-Oscar (A polêmica ausência de negros nas indicações). Achei que ele foi... posso falar chapa branca?
Mas ele acertou apontando para o óbvio: OPORTUNIDADES IGUAIS de trabalho para todos, sejam homens ou mulheres de qualquer etnia! Já é um bom começo!
Os destaques foram para a maluquete Lady Gaga que brilhou novamente no Oscar com "Til it happens to you" para o documentário "The hunting ground", sobre agressões sexuais em instituições de ensino nos Estados Unidos. Inclusive quem a presentou foi o vice-presidente (o que acabou sendo um prêmio de consolação, pois quem levou a estatueta foi a música do James Bond).
Minha alegria foi ver a homenagem dos 20 anos de Toy Story (com os dois bonequinhos ao vivo no palco) e a presenças ilustre dos robôs de Star Wars que quase deram brilho a noite. Só faltou um texto legal à altura para o C3PO... eles entraram e pareciam estar até improvisando. Pareciam o "Travolta confuso". Mas valeu para termos essa foto abaixo (os Droids com o garotinho do Quarto de Jack)
No clipe de homenagem aos falecidos estava todo mundo lá. Leonard Nimoy, Alan Rickman, David Bowie. Só faltou o Tutuca e o governo Dilma...
Enfim, MAD MAX faturou a maioria dos Oscars, Chris Rock amarelou na zoeira e o Dicaprio vai poder finalmente colocar o Oscar naquela estante vazia na casa dele.
E pra vocês verem como foi uma festa merda: o destaque na Internet está para os comentários na Globo da Gloria Pires... Vai entender?
MELHOR FILME "Spotlight: Segredos Revelados" (ESSA MERDA??? - Ricky Nobre)
MELHOR ATOR Leonardo DiCaprio ("O Regresso") (Adeus MEMES)
MELHOR ATRIZ Brie Larson ("O Quarto de Jack") Mandou bem! Ela virou outra pessoa em cena! E o guri do filme também merecia ganhar alguma indicação.
MELHOR ATOR COADJUVANTE Mark Rylance ("Ponte dos Espiões") (Garfou o Sylvester... Cuidado, velhinho... Stallone Cobra!)
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Alicia Vikander ("A Garota Dinamarquesa") ("Atriz principal ganhando por coadjuvante. Mas ela tava ótima!" Ricky Nobre)
MELHOR DIRETOR Alejandro G. Iñarritu ("O Regresso") ("E a academia não se intimidou em premiar Iñarritú dois anos seguidos." - Ricky Nobre)
MELHOR ANIMAÇÃO "Divertida mente". Essa foi fácil!
* Patricia Balan falou que entre um comercial e outro MAD MAX ganhou Oscar de melhor cafezinho
MELHOR FILME ESTRANGEIRO
"O filho de Saul" (Hungria) (Se o Donald Trump ganhar, essa categoria será extinta)
MELHOR TRILHA SONORA Ennio Morricone ("Os 8 odiados") Escolher entre Morricone e Jonh Willians é cruel pra nós da velha guarda. Mas valeu a pena pois é o seu primeiro. Como disse o Ricky "Moricone sempre tão sério e sisudo, esta quase às lagrimas"
MELHOR ROTEIRO ORIGINAL "Spotlight: Segredos Revelados" (Aquela onde o Batman, o Hulk e o pai do Tony Stark combatem a pedofilia)
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO "A Grande Aposta" (Ricky "curtiu" com botãozinho novo do Facebook)
MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO "Mad Max: Estrada da Fúria" (Sexto Oscar... Senta lá, Claudia MAD MAX!)
MELHOR FOTOGRAFIA "O Regresso" ("Merecidíssimo numa categoria com concorrentes excepcionais." Ricky Nobre)
MELHOR FIGURINO "Mad Max: Estrada da Fúria" (Quinto Oscar. Mel Gibson chorando em casa...)
MELHORES EFEITOS VISUAIS "Ex Machina: Instinto Artificial" (Aquele da robô gostosa, Pelo menos algum reconhecimento pra ele. Mas só tinha concorrente phodão.)
MELHOR MONTAGEM "Mad Max: Estrada da Fúria" (Quarto de Jack Oscar)
MELHOR EDIÇÃO DE SOM "Mad Max: Estrada da Fúria" (terceiro Oscar? Pô, Star Wars, que azar!)
MELHOR MIXAGEM DE SOM "Mad Max: Estrada da Fúria" (Segundão. Mas nesse caso em particular achei O Regresso o melhor" Ricky Nobre)
MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO "Bear Story" (A História de um urso ganhar deixou Dicaprio TENSO) MELHOR CURTA METRAGEM "Stutterer" ( Prefiro não comentar! - Gloria Pires)
MELHOR CABELO E MAQUIAGEM "Mad Max: Estrada da Fúria" (Primeirão. E a personagem principal tava careca, heim)
MELHOR DOCUMENTÁRIO "Amy" (BlaBla... teve tudo e jogou fora... Blablabla... vidalôca... blablá) MELHOR DOCUMENTÁRIO DE CURTA METRAGEM "A Girl in the River: The Price of forgiveness" (“Não sou capaz de opinar” Gloria Pires)
MELHOR CANÇÃO ORIGINAL "Writing's on the wall" ("007 contra Spectre") (Injusto, a Gaga fez mais bonito no palco)
Os filmes de cunho político de Spielberg são os que menos
rendem na bilheteria, sendo Munique
(2005) um dos seus trabalhos menos bem sucedidos na arrecadação. Apesar de ter
a espionagem como tema, A Ponte dos
Espiões não é exatamente um filme do gênero. Ambientado no início da década
de 60, no auge da guerra fria, é de fato um filme que tem a política como
principal enfoque, para a frustração de muitos que esperavam um típico filme de
espiões com ação.
Baseado num caso real (e como tem casos reais nesse
Oscar!!), o roteiro dos irmãos Coen (olha só!) conta a história de James
Donovan, um advogado especialista em patentes que é escolhido para defender um
russo (Mark Rylance) acusado de espionagem. Tom Hanks, impregnando seu personagem
de integridade e bom mocismo como de costume, interpreta o advogado que, do
momento em que assume a defesa do espião, já começa levando seu trabalho muito
mais a sério do que o governo julga adequado. Conforme ele aponta falhas no
processo de investigação e acusação ao defender seu cliente, as reações de
autoridades à sua volta vai deixando claro que aquele julgamento nada mais é do
que um grande espetáculo para mostrar ao mundo a maravilhosa democracia que é a
América. O destino do espião, porém, não pode ser outro a não ser a pena de
morte. Mas a defesa não colabora.
Esta é apenas a primeira parte de A Ponte dos Espiões, porém não entraremos no mérito para não darmos
mais spoilers do que o necessário.
Basta dizer que Donovan possui, além de uma inabalável e infantil fé nas
instituições democráticas americanas, uma razão muito prática em sua defesa do
russo Abel. E essa visão desencadeia os eventos na segunda metade do filme,
onde Donovan irá encarar desafios que ele jamais sonhou viver.
É desnecessário entrar no mérito da narrativa de Spielberg.
Mesmo em seus filmes menos interessantes, ela é sempre precisa e dramática,
fazendo os 142 minutos passarem rápido. A construção e a interação dos
personagens de Donovan e Abel é um dos pontos altos do filme, investindo na
humanização dos cidadãos de nações que se odeiam. O resgate da história é muito
interessante, porém, no geral, não é nem de longe o mais memorável dos filmes
de Spielberg, tampouco a indicação a melhor filme é das mais merecidas. Mas se formos
comparar com os demais indicados...
INDICAÇÕES AO OSCAR
Melhor filme
Ator coadjuvante:
Mark Rylance
Roteiro original: Matt
Charman, Ethan Coen e Joel Coen
Eddie Van Feu, Renato Rodrigues, Ricky Nobre (o único que entende de cinema) e Patrícia Balan trocam figurinhas sobre suas expectativas para o OSCAR desse ano. Favoritos? Quem viu o que? Lady Gaga virá fantasiada de nave espacial? CONFIRA AÍ!