sábado, 19 de janeiro de 2019

DUBLADOR DO TIMÃO precisa de doação de sangue



O ator/dublador Pedro Lopes precisa de doação de sangue urgente (tipo O negativo).
Entre outros trabalho, ele fez a voz do suricate Timão do desenho "O Rei Leão")


Onde: Santa Casa Votuporanga - SP



Nenhuma descrição de foto disponível.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

NOVOS DEUSES


Por Carlos Tavares

A Warner Bros e a DC Comics têm muitos projetos em andamento, mas um que pegou a todos de surpresa foi o anuncio da produção dos Novos Deuses de Jack Kirby. Pelas mãos da diretora Ava DuVernay. 

Detalhes sobre o filme são escassos, já que a diretora aparentemente permanece na fase de desenvolvimento do filme, mas novos rumores revelados pelo blog We Got This Covered podem revelar como será o filme. 

O blog escreve que o filme de Novos Deuses "se concentrará principalmente no Senhor Milagre e na Grande Barda tentando escapar do planeta infernal conhecido como Apokolips. Além disso, a política e os conflitos entre Apokolips e seu mundo rival, Nova Genesis, darão peso adicional ao enredo." 


Não está claro se o filme será ambientado no universo compartilhado da DC, apesar das muitas ligações com os Novos Deuses que já foram vistas em filmes como Batman vs Superman, e Liga da Justiça. Já vimos as forças de Apokolips, os Parademônios, as Caixas Maternas e o Novo Deus Steppenwolf. 

Mas, como em todos os outros projetos da DC, não podemos contar com o parademônio ainda no tubo de explosão. Os planos da Warner Bros. para esses filmes tendem a vazar mais do que o normal, e nem todo projeto em desenvolvimento chega ao cinema. Filmes como Gladiador Dourado, Asa Noturna, Exterminador, Cyborg, A Tropa dos Lanternas Verdes, The Flash e muitos outros já foram revelados de alguma forma, sendo que a maioria já foi arquivada. 

Ava DuVernay

Vamos aguardar e torcer seguir adiante com seriedade e respeito para que enfim a DC desperte e decole de vez nos cinemas. Afinal se a Marvel pode lançar uns tais de Eternos, a DC pode e deve lançar sim os Novos Deuses. Afinal uma sempre vigia o trabalho da outra. Se você acha que não, o próprio Kevin Feige revelou que só decidiu fazer Capitão America: Guerra Civil, depois que a DC anunciou Batman vs Superman.

domingo, 13 de janeiro de 2019

VIDRO - A preciosa e frágil conclusão de uma trilogia inesperada.


Por Ricky Nobre


A carreira de M. Night Shyamalan tem um “que” de bizarra. O Sexto Sentido (1999), seu terceiro filme que todos pensam que foi o primeiro, foi um estrondoso sucesso e uma unanimidade de público e crítica que o tornou a grande sensação de Hollywood na virada do milênio. Daí por diante, seguiu um fase de sucessos que já não eram tão unânimes mas que consolidaram seu prestígio, principalmente sua marca registrada da “virada final inesperada”. De fato, é difícil encontrar em sua trajetória obras que, ainda de alta qualidade, tão exatas e perfeitas como Sexto Sentido e Corpo Fechado (2000), sendo este talvez seu mais magistral trabalho de direção. Suas obras posteriores tinham o perfil de obras primas falhas, como o sensacional suspense de Sinais (2002) que esbarra de falhas lógicas elementares do roteiro, ou a temática social absolutamente genial de A Vila (2004), mas que possui cenas supostamente aterrorizantes que não assustam nem o Cão Coragem. 

 

Controverso, permaneceu provocando fascínio em público e crítica até o inacreditavelmente ruim Fim dos Tempos (2008), um absoluto fracasso artístico e comercial. Daí foi ladeira abaixo, com O Último Mestre do Ar (2010), adaptação da famosa animação Avatar, que é até bastante decente na primeira metade (para quem não conhece a série), mas que se torna um desastre da metade em diante, e também Depois da Terra (2013), talvez não tão ruim quanto sua fama, mas absolutamente medíocre. Chegou um ponto em que se tornou um mistério como os estúdios ainda apostavam em seus projetos em frente à sequência de fracassos. Mas foi o próprio Shyamalan que desistiu de Hollywood primeiro, dizendo-se farto da interferência dos produtores em seu últimos trabalhos. Com um baixíssimo orçamento, voltou ao sucesso de público com um suspense estilo found footage com A Visita (2015), que custou 5 milhões de dólares e rendeu 98 milhões. Em seguida, Shyamalan se voltou a um projeto que era muito mais a sua cara. Fragmentado (2016) trazia um deslumbrante James McAvoy como um psicopata de múltiplas personalidades e o desespero de três meninas tentando fugir de seu cativeiro, enquanto conhecemos detalhes de sua história e dos indivíduos dentro dele em seus encontros com sua psiquiatra. Custou meros 9 milhões a arrecadou 278 milhões. Aos olhos de todos, Shyamalan estava de volta.


Rapidamente, Shyamalan tratou de anunciar seu filme seguinte. Seguindo a última cena do filme, em que descobrimos que tudo ocorre no mesmo universo do filme Corpo Fechado, ele releva que faria um crossover entre os filmes, no capítulo final de uma trilogia que, de fato, ninguém sabia que existia. Seu prestígio estava renovado a tal ponto que ele conseguiu rigorosamente sem esforço algum convencer a Disney e a Universal, cada uma detentora dos direitos de um filme, a juntarem as forças numa parceria inédita. Vidro chega carregado de expectativa, uma vez que seria o encontro de dois de seus melhores filmes. Como é de seu estilo, Shyamalan subverte expectativas logo de início, ao apressar o encontro entre o herói Dunn (Bruce Willis) e o vilão Kevin (McAvoy), para logo em seguida trancafiá-los numa instituição psiquiátrica sob os cuidados da Dra. Staple (Sarah Paulson), que acredita que eles sofram, junto com Elijah (Samuel L. Jackson), preso ali há 19 anos, de uma condição psiquiátrica que os fazem acreditar ter superpoderes. 

 

Vidro segue, a exemplo de Corpo Fechado, dissertando sobre os rudimentos das HQs de heróis, obsessão de Ellijah, que pretende se aproveitar da força bruta da Besta presente em Kevin para confrontar Dunn. Diversos aspectos do texto de Shyamalan são fascinantes, como a forma com que cada um dos três aprisionados tem um familiar que tenta agir em favor deles. Além dos óbvios (a mãe de Elijah e o filho de Dunn), a grande surpresa é Casey, a sobrevivente em Fragmentado que nutre imensa simpatia por Kevin, não apenas por ter sido poupada, mas pelo motivo dessa decisão de Kevin: são ambos vítimas da dor, sofrimento e abuso. A forma como os dois interagem ao longo do filme mostra grande sensibilidade de Shyamalan e é um de seus pontos altos. 

 

Igualmente instigantes são os esforços da Dra. Staple em convencer os três personagens de que seus superpoderes são uma ilusão, uma junção de pequenas coincidências com os traumas que sofreram em determinados momentos de suas vidas. Aqui, ele sugere um embate entre fé e ceticismo, mas também entre a arte dos quadrinhos e a sisudez engessada de quem a considera uma arte menor. A dúvida sobre seus argumentos, porém, é plantada com sucesso não só nos personagens mas também no público, e cabe justamente aos entes queridos (mãe, filho e vítima) manter viva a fé nos seus. 

 

Shyamalan, próximo ao fim, sente-se novamente à vontade em construir suas viradas de trama, e aqui pode-se até considerar uma certa “overdose”, com a virada da virada da virada. Essas revelações da trama, embora de qualidade, podem trazer um sabor insosso ao deixar o público órfão de um clímax prometido mas não concretizado. Mas isso é Shyamalan subvertendo expectativas, e para tirar o melhor da experiência é preciso embarcar no seu estilo. Numa das surpresas finais, porém, um determinado fato se mostra excessivamente bruto e frio, e provavelmente é a pior coisa do filme, principalmente em comparação com a forma com que outros personagens são tratados. Ao fim, percebemos que o filme não se chama Vidro a toa: é de fato o filme do Mr. Glass, assim como o primeiro foi de Dunn e o segundo de Kevin. O preço, porém, é alto. Relações e sentimentos preciosos entre os personagens são forjados e redenções são alcançadas e tudo parece ir por terra de forma violenta e impiedosa, para, no momento final, tudo mostrar-se como necessário para um objetivo mais elevado. Pode ser belo para alguns e descer quadrado para outros.

 

Vidro está sendo injustamente massacrado pela crítica internacional. Ainda que tenha alguns problemas, ele consolida um Shyamalan novamente à vontade com seu cinema que, reiterando, nunca foi de fato uma unanimidade após Sexto Sentido. Apesar de alguns momentos brilhantes, em sua totalidade ele fica abaixo dos dois anteriores, mas não de forma vergonhosa, pelo contrário. É possível que parte do público realmente deteste os rumos que Shyamalan escolheu para a história, e isso é bem compreensível. Mas está longe da fase nefasta iniciada com Fim dos Tempos. Esperamos que Shyamalan tenha voltado de fato, e pra ficar.

 

COTAÇÃO: 

VIDRO (Glass, 2019)

Com: Bruce Willis, Samuel L. Jackson, James McAvoy, Sarah Paulson, Anya Taylor-Joy, Spencer Treat Clark e Charlayne Woodard.

Roteiro e direção: M. Night Shyamalan  

Fotografia: Mike Gioulakis

Montagem: Luke Ciarrocchi e Blu Murray

Música: West Dylan Thordson

PRODUÇÃO DE STAR TREK 4 PARALISADA.


Por Carlos Tavares

A produção de Star Trek 4 pode ter sido paralisada após o envolvimento da diretora SJ Clarkson com a prequel de Game of Thrones já que ela irá dirigir o piloto. De acordo com o Deadline, esse teria sido o principal motivo para essa nova pausa no filme. 

Mas a verdade é que desde agosto de 2018, o projeto vem tendo problemas. Chris Pine e Chris Hemsworth recusarem cortes salariais. Na época, a Paramount insistiu que o projeto não estava engavetado, mas essa perda da diretora pode ter sido a gota d'água. 

Há algum tempo, Star Trek 4 tem sido um projeto complicado. Em 2017, Zachary Quinto, intérprete de Spock, disse que "não havia garantias" de que Star Trek 4 seria feito. No último ano, no entanto, três roteiros diferentes estavam em desenvolvimento, incluindo uma ideia de Quentin Tarantino, voltado para o público adulto. 

Depois disso, a Paramount revelou que estava desenvolvendo dois novos filmes da franquia. Simon Pegg deu a entender que um deles se tratava de Star Trek 4, enquanto o outro era o projeto de Quentin Tarantino, sendo este último mais distante, com previsão de lançamento para daqui a cinco anos. 

Caso o cancelamento se concretize, o futuro da linha temporal Kelvin ficará incerto. É possível que a Paramount tenha perdido fé nesses filmes, uma vez que um bem-sucedido seriado já satisfaz os fãs trekkies. No entanto, é provável que o filme de Tarantino continue nos planos.

sábado, 12 de janeiro de 2019

STAR TREK PICARD


Por Carlos Tavares

O Site Trekmovie apresentou um resumo do que pode ser a Série de Jean-Luc Picard, baseado em entrevista concedida por Alex Kurtzman ao Hollywood Reporter:


CONTDOWN - Destruição de Romulus:
"A vida de Picard foi radicalmente alterada pela dissolução do Império Romulano".
Kurtzman está se referindo a um evento mostrado no filme de 2009, que ele co-escreveu. O filme estabeleceu que no ano de 2387, o planeta Romulus foi destruído por uma supernova. 
Jean-Luc Picard tem uma longa história com os romulanos. Ao longo de Star Trek: The Next Generation, os romulanos foram um dos principais antagonistas da Série.
Nos quadrinhos "Contdown" (aliás, leitura essencial antes do filme que acabou dando origem a linha do tempo Kelvin) foi mostrado que Picard estava envolvido com a política romulana. E como esta nova Série se passa 12 anos depois dos eventos, em 2399, Não é difícil imaginar como Picard se sentiu em não poder ter evitado a destruição de Romulus, e como isso iria "alterar radicalmente" sua vida, que prosseguiu normalmente na linha de tempo regular.


PATRICK STEWART QUER SURPREENDER:
Depois de ler os racunhos iniciais da Série, Patrick fez algumas condições para aceitar participar, inclusive como co-produtor, uma delas foi que tinha que ser algo surpreendente que os fãs não estariam esperando.
'Se fizermos isso, quero que seja tão diferente, quero que seja baseado no que as pessoas lembram, como também em algo que elas não estão esperando, caso contrário, por que fazer isso?' “


PARTICIPAÇÃO DE ATORES DE TNG:
Outra questão-chave sobre a série Picard diz respeito a outros personagens. Até agora, nenhum elenco além de Stewart foi anunciado. Vários colegas de Star Trek TNG deixaram claro que não haviam sido contatados , e não esperavam estar envolvidos. A reportagem, Kurtzman não disse nada específico sobre a possibilidade dos atores de TNG aparecerem, mas ofereceu um pouco de esperança, dizendo:
"Qualquer coisa pode acontecer."

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

80 anos maravilhosos

por Renato Rodrigues
Em 2019 a Casa das Ideias estará celebrando os seus 80 anos. Diversas novidades estão sendo preparadas para a comemoração, mas a mais recente novidade é uma série de capas alternativas que resumem cada década da editora.

Sob o traço de Phil Noto, o poster abaixo reúne 9 capas que resumem os 80 anos da editora. Confira as capas clicando na imagem e dando zoom:

 

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

KEVIN FEIGE FALA SOBRE AQUAMAN.


Por Carlos Tavares

O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, compartilhou seu veredicto sobre Aquaman à MTV no tapete vermelho do Globo de Ouro. Ele estava lá por Pantera Negra ter recebido diversas indicações, incluindo, Melhor Filme. 

O filme dirigido por James Wan, e estrelado por Jason Momoa, tornou-se o filme de maior sucesso da história da DC Extended Universe, superando os lucros de Batman v Superman e Mulher Maravilha. 

Kevin Feige foi ver o filme e erradicou qualquer suspeita de que ele considerasse a Marvel e a DC como rivais. 

Ele também tocou na notícia de que James Gunn, que foi demitido controversamente como diretor do terceiro Guardiões da Galáxia no ano passado, agora contribuirá para o roteiro da seqüência do Esquadrão Suicida da DC. 

"Eu fui ver o Aquaman ontem à noite e realmente gostei". 

"Eu não vejo uma rivalidade", disse ele. “Eu vejo filmes legais sendo feitos e uma coisa que você sabe sobre James Gunn, é que ele faz filmes legais.” 

Ele ainda respondeu sobre Vingadores, e o subtítulo “Endgame”. Segundo ele, o nome já havia sido escolhido desde antes das filmagens de Guerra Infinita. Inclusive, ele afirma que este é o único motivo para o Doutor Estranho usar essas palavras durante o filme.


terça-feira, 8 de janeiro de 2019

FIM DO VÍDEO SHOW



por Renato Rodrigues
CÉUS... Fim do "Vídeo Show " e talvez do "Vale a Pena Ver de novo"... 😲

Quando Video Show estreou em 1983 (com a Tassia Camargo apresentando) eu não perdia um. Era só aos domingos e nos dava a chance de ver como eram os bastidores das produções, curiosidades do passado televiso e erros de gravação numa época muuuito pré-internet. Era um programa jovem e ágil, não tinha nada parecido na TV!

 Nos anos 90 ficou diário e começou e virar só "informativo da casa" com as estreias globais da semana e entrevistas com atores que eu não fazia ideia de quem eram.

 Hoje eu só vejo se estiver passando na TV do restaurante na hora do rango. Mesmo assim lamento seu fim (Principalmente por perder para programas medíocres de fofocas nos concorrentes). Podia voltar reformulado só aos sábados, com apresentadores de conteúdo que realmente sacassem do universo televiso e trazendo um de seus melhores quadros da atualidade (O Memória Nacional, apresentado pelo Falabella). Poderia também deixar de ser muquirana e falar do passado das outras emissoras ao invés de só olhar para o umbigo global. Mas isso pede pesquisa e dá trabalho... E ninguém quer ter trabalho. Já o “Vale a Pena Ver de Novo”, convenhamos, faz tempo que “não vale mais a pena ver”.