segunda-feira, 20 de novembro de 2017

GIRO DA SEMANA - Chá das Cinco #193

Jovem Dumbledore, uma continuação da Pixar, V de Jon Snow(?) e Gal Gadot Maravilha na vida real estão no resumão das notícias com Eddie Van Feu, Renato Rodrigues e Patricia Balan

DRAGON BALL SUPER - A VEZ DAS MULHERES


Por Gabriel Maia
Dragon Ball é um anime lotado de personagens de todos os tipos, temos alienígenas, bruxas, velhos tarados, lutadores shao lin, mais alienígenas, androides, clones híbridos, deuses e mais deuses e uma infinidade de outros tipos de personagens. Mas o anime carecia de um tipo de personagem em especial; mulheres. Não, calma. O anime não é misógeno, mas as mulheres tinham papéis sem tanto destaque. 
Tivemos Bulma, a brilhante inventora que criou o radar do dragão e tantas outras criações que inovaram a corporação de seu pai. 

Chichi, a lutadora que se aposentou para ser mãe em tempo integral (de Gohan, Goten e até de Goku). 

Tivemos a número18 que surgiu como uma vilã, mas foi conquistada pelo charme todo especial de Kuririn.

E...só?
É, não parecia um bom número de mulheres. Não que eu esteja exigindo papéis para mulheres até porque quando uma coisa é forçada (você tem que colocar mulheres e pronto) acaba ficando ruim porque não sai aquela inspiração natural.
Mas aí na nova saga (Dragon Ball Super) o universo de Goku descobriu que haviam universos alternativos e neles havia novos personagens mais poderosos. 

Entre estes personagens tivemos alguns em destaque como a deusa da destruição Jerez;

Brianne de Chateau;

Sanka Kuu

Vikal;

e Suu rose do segundo universo.

Mas ninguém chamou tanta atenção quanto as irmãs do sexto universo (vizinho ao de Goku); Caulifla e Kale.

Kale é uma mulher de pele bronzeada e usa o cabelo num rabo de cavalo com uma mecha caindo na frente do rosto, usa uma camiseta e uma saia vermelhas, e usa braceletes e sapatos dourados. Dona de uma personalidade gentil, amedrontada e pessimista sobre si ela surpreendeu se transformando no que é conhecido como lendário super saiya jin. 

Ué, mas Goku e outros não se transformam também? Sim, mas na lenda do planeta deles haveria um habitante especial com poder descomunal, muito acima de todos. No universo de Goku este lendário ser era Brolly, dono de um profundo ódio por Goku e um poder sem limites que aumentava exponencialmente a cada segundo. 

Kale era assim, apesar de outros saiya jins se transformarem, ela podia atingir um poder incomensurável.

Caulifla é a irmã de Kale e a dona da zorra toda no sexto universo. Caulifla é uma delinquente com um ótimo sentido de lutas. Ela tem um cabelo bem volumoso e espetado, e é dona de um gênio difícil e grande ambição em lutas.

Levando pela parte de realidades paralelas há fãs que levam Kyabe como a versão de Vegeta, Kale como a versão de Brolly, e Caulifla como a versão de Goku. Apesar dos nomes e alguns outros pontos diferirem, a essência deles se assemelha muito, bem como as contrariedades de personalidade acabarem se realçando ao se tratar de versões paralelas.
Desculpe, não vamos entrar nessa discussão, vamos voltar ao ponto.
E o ponto é que Kale e Caulifla deram um verdadeiro show de luta no torneio do poder e as meninas tiveram mais alguém em quem se inspirar no anime. Kale é gentil, ama sua irmã, quer ser merecedora de respeito e vencer sua timidez. Caulifla, com seu jeitão divertido e transgressor, quer ser a mais poderosa de todas.

As duas desafiaram Goku e pelo jeito tem torcida para que seu universo sobreviva e elas possam se desenvolver mais e mais. 
Goku parece ter adotado as duas como discípulas 

assim como Vegeta adotou Kyabe.

Esperamos que as meninas possam ter chance de se desenvolver.

Fica nossa torcida.

domingo, 19 de novembro de 2017

O que achamos do filme “LIGA DA JUSTIÇA” – Vlog Alcateia #116

Esse deveria ser o filme do ano. Juntar os medalhões da DC (e o Zé Ruela do Ciborg, kkk) no mesmo filme deveria estar bombando em todos os assuntos! Vamos falar um pouco então sobre o que achamos do filme da Liga da Justiça, segunda grande virada da DC rumo ao acerto nas telonas.

 Presentes Renato Rodrigues, Eddie Van Feu, JM, Patricia Balan e Carlos Tavares.

 

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

DISNEY + FOX seria bom ou ruim para os filmes de heróis? - Chá das Cinco #191

Lembra daquele boatão que rolou sobre a Disney comprar parte da FOX e aí, quem sabe, unificar os universos dos heróis Marvel? Conversamos se isso seria bom ou ruim para o mercado. E você, o que acha?

LIGA DA JUSTIÇA ou “Superman: a morte lhe cai bem” (SEM SPOILERS)


por Renato Rodrigues 

Em 2013 eu fiz um desabafo aqui no site relatando minha DCpção com o filme “Homem da Aço” apontando os erros na abordagem do Super-Homem. Em “Batman VS Superman” o mesmo diretor (Zack Snyder) continuou errando com o kryptoniano (Falamos AQUI no VLOG) mostrando uma pessoa com muitos poderes mas sem nenhuma personalidade e incapaz de dizer uma frase que nos inspirasse a ser melhores. Ironicamente, parecia não ter vontade alguma de viver. Ele não era um herói. Não era o campeão da Verdade e da Justiça e nem aquele amigo que salva o dia com o sorriso de uma criança, o que fazia a nossa criança interior sorrir também. Era só um alienígena perdido num mundo cínico que também lhe virou as costas com desconfiança. Até que ele morresse. Aí sim, os ingratos choraram sua perda.


Assim começa Liga da Justiça, mostrando um mundo que perdeu a esperança após a morte do Superman. Começa também, do lado de cá da tela, com uma plateia que (em boa parte) começou a perder e esperança no universo compartilhado da Warner/DC mesmo depois do sucesso de Mulher Maravilha.

Aliás, eu acredito piamente que a princesa amazona tornou-se a bússola que guiou a desnorteada Warner até o presente filme. Eles finalmente parecem ter entendido que estão trabalhando com personagens que são HERÓIS. Mas que também são humanos. E ser humano não quer dizer parecer com alguém que acabou de sair de um funeral. Ser humano é rir, chorar, amar e tentar dar o seu melhor. Isso é mostrado logo na primeira cena, um flashback muito bem bolado, onde crianças filmando com um celular perguntam na rua “coisas” que crianças perguntariam ao Superman. E ele responde com simpatia, sem parecer um deus caminhando entre mortais. E nesses preciosos segundos de humanidade, ele fala mais de ESPERANÇA (que afinal é o que o seu símbolo no peito significa em kryptoniano) que nos dois filmes anteriores.


Não temos como dizer ainda até onde foi a mão do Zack Snyder (diretor dos dois filmes anteriores e desse) já que uma tragédia pessoal o tirou da finalização das filmagens. Saiu o polêmico (para alguns) Snyder e entrou (o talvez polêmico para outros) Joss Whedon (diretor de Vingadores I e II) para ajeitar a Sala da Justiça. Era como chamar o Zico pra jogar no Vasco. Em tempo, Whedon também escreveu parte do roteiro e, aí sim, dá para perceber sua presença. 

Snyder ou Whedon? Quem é o pai da criança? DNA hoje, no Ratinho
A história do cinema mostra que muitas mãos mexendo no mesmo filme nunca dá muito certo no final. Para este fã do Homem de Aço desde guri, deu e muito. 

Liga da Justiça está longe de ser um filme inovador. Não tem viradas mirabolantes e nem um vilão carismático com falas rebuscadas (O que é uma pena). É um filme de origem onde o primeiro ato é a apresentação dos novos “superamigos” do Batman enquanto o vilão corre por fora recolhendo aquelas famosas “coisas-que-quando-unidas-vão-destruir-tudo”. 

Mas é tudo muito dinâmico e funciona. As ceninhas bônus para os leitores de HQ (os easter eggs) estão espalhadas pela trama sem querer roubar a atenção de ninguém. O Flash/Barry Allen traz juventude e o bom humor que nos acostumamos a ver no desenho. Aquaman ganha profundidade (sem trocadilho) e dá uma palhinha do que está por vir em seu futuro filme. Ciborgue parecia estar sobrando nos trailers, mas sua participação é justificada, até porque sua origem é ligada a tudo o que está acontecendo. 

Bat-Affleck tá no pilotão automático, mas passa bem a culpa de ter deixado o Superman perecer em batalha. Ele na verdade parece quase envergonhado por ter caído na pegadinha do "Luthor Sérgio-Malandro". Eu espero que o Ben Affleck se anime com o resultado do filme (que eu acredito que seja um suce$$o), e continue na franquia.

E Diana? Diana é a maravilha de sempre em todas as cenas que aparece. Diana e Alfred são as vozes da razão mantendo o equilíbrio entre o humano e o super-humano neste admirável mundo novo que o Batman está para enfrentar. 


Bom, a essa altura do campeonato não é SPOILER dizer que o Superman volta a vida em algum momento. Você sabia que isso aconteceria 5 minutos depois que ele morreu, não sabia? A gente só não sabia era COMO isso iria acontecer. Enfim, talvez esse seja o ponto fraco na trama já que é uma sacada que o Batman tira sabe-se lá de onde (do Bat-cinto, não sei) e que, num passe de mágica disfarçada de tecnologia, traz Kal-el de volta ao mundo dos vivos. 

Aliás, errei. Não trás ele de volta. Traz o verdadeiro Superman para a tela. Ele nasceu nesse filme! É como se o diretor (seja lá qual) dissesse, “pode sair Henry Cavill, o castigo acabou, você está livre para ser você mesmo!”. Ele salva inocentes, bate forte nos inimigos sem quebrar o pescoço de ninguém e esbanja simpatia de bom samaritano. E tudo com a pompa de tons do tema clássico de John Willians sob a batuta do, sempre batuta, Danny Elfman. Compositor que também tirou lá do baú os acordes do seu Batman numa cena de ação. Isso é uma festa para os ouvidos da velha guarda, como nós! 
(ATENÇÃO: Quase spoiler) A coroação final vem numa narração de Lois Lane enquanto escreve uma matéria. Ela fala dos heróis e de como eles sempre estiveram lá zelando por nós. “Mesmo que nas sombras” disse ela. Eu vi isso como uma espécie de mea-culpa da Warner. Um pedido de desculpa pelas lambanças anteriores e uma promessa de que isso passou e que “agora vai”. (Fim do quase spoiler)

Obrigado por romper esses grilhões, Mulher Maravilha! Eu confesso que não sei se as pessoas que gostaram da visão anterior, sombria e lúgubre, vão gostar da simplicidade heroica de Liga da Justiça. Se vai ter aquela guerrinha nas redes ou rejeição por qualquer associação ao estilo da colorida concorrente. Se houver será algo injusto. A DC parece ter encontrado a sua cara. O humor é equilibrado na trama cheia de ação e lhe falta apenas vilões à altura. Afinal, convenhamos, tirando o Zod, nenhum prestou até agora nesse universo. 

Mas vamos manter a... ESPERANÇA. “Liga da Justiça” tem seu maior mérito ao trazer para a telona O Super-Homem que não víamos desde 2006 quando Brandon Routh o personificou no esquecido “Retorno”. Ou, ignorando esse filmeco, desde que Christopher Reeve vestia no cinema o manto sagrado azul e vermelho. Muito prazer em conhecê-lo, Superman Henry Cavill. Eu voltei a acreditar que um homem pode voar. Espero que vocês também o façam.


Elenco: Ben Affleck, Gal Gadot, Henry Cavill, Jason Momoa, Ray Fisher, Ezra Miller, Jeremy Irons e Amy Adams.
Direção: Zack Snyder
Roteiro: Joss Whedon, Chris Terrio

COTAÇÃO: 

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

GIRO DA SEMANA - Chá das Cinco #190

Novidades num futuro distante, muito distante, para Star Wars e Punho de Ferro. Também trazemos dois obituários no resumão de notícias da semana.

com Renato Rodrigues, Eddie Van Feu, JM, Patricia Balan e o convidado Igor Mairinque do facebook.com/ParaGostarDeDublagem

QUEM PODERÁ NOS DEFENDER?


Por Gabriel Maia
A Marvel tem tentado renovar os rostos no seu hall de super pessoas e dar um novo ar para a empresa e seus componentes.
Nesse ponto ela tem um bom histórico, tivemos excelentes ideias, mas ultimamente a casa das ideias tem tido ideias não muito boas tentando se encaixar no momento sociocultural atual.
Enfim, há algum tempo saiu a notícia de uma homenagem a um ícone pop mundial; o Chapolin colorado.

Não, você não leu errado e seus olhos não te enganam. O Chapolin, criado como uma forma de homenagear os heróis da ficção e o herói dentro de cada um será homenageado. O herói mexicano não era forte, nem rápido, nem inteligente e era muito atrapalhado com pitadas de covardia

 mas ele estava sempre lá quando precisavam dele. O Chapolin representava cada um de nós, sem jeito nenhum pra ser o super-herói que precisamos, mas muito disposto a ajudar com tudo o que tinha. De posse de sua marreta biônica, corneta paralisadora, pílulas de nanicolina e muita loucura na cabeça, ele fez a infância de muita gente por aí.
E agora, criada por Mark Waid e Humberto Ramos, Red Locust (Gafanhoto Vermelho em português) é homenagem ao personagem criado por Roberto Bolaños.

A heroína é alter ego de Fernanda Ramirez e foi criada pelo roteirista americano Mark Waid e pelo desenhista mexicano Humberto Ramos. Em entrevistas, o artista explicou que Waid queria uma nova integrante com "ascendência fortemente mexicana" para a super-equipe Campeões, formada em 2016 por seus heróis mais jovens como; Homem-aranha (Miles Morales), Hulk (Amadeus Cho), Miss Marvel (Kamala Khan), Nova e um Ciclope de uma realidade paralela.

Após falar com a Marvel, Ramos explicou a homenagem para a filha de Bolaños, Paulina Gómez Fernández que deu sua benção sobre a herdeira do manto do herói.
Na história a filha do Visão conhece a Gafanhoto durante uma viagem à cidade americana de San Diego.
A história da personagem conta que seu pai pertencia a uma linhagem de heróis que passava uma armadura de pai para filho (parecido com o Fantasma) e como o pai da moça não teve um filho homem que herdasse a armadura ela ficou com a herança.
O fato de ser uma herança passada de pai para filho também simboliza Roberto Bolaños passando o manto à nova personagem, assim como poderia servir de explicação para a presença do Chapolin em tantas épocas diferentes, pois quem acompanhava a série via o Chapolin interagindo com vários personagens e momentos diferentes da história.



 Chapolin contra mafiosos

Chapolin e os piratas


Chapolin no velho oeste, e muitos outros eventos onde esteve, além de pontos diferentes da história, em lugares do mundo sendo explicados pela passagem do legado do herói de pai para filho.

Bem, esperamos que a Gafanhoto seja uma boa homenagem a um herói que fez parte da infância de muita gente. Ele é um legado que Roberto deixou a todos os seus fãs.


sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Deixaria de ver uma obra só para boicotar o ator? - Chá das Cinco #189


O pior lado do show business tem mostrado a cara nos noticiários em casos de assédio e coisa pior. Teve seriado cancelado e ator sendo apagado de filme. Você deixaria de acompanhar sua obra favorita por causa destas denúncias (por mais condenável que elas sejam)?

com Patricia Balan, JM, Renato Rodrigues e Eddie Van Feu

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Lançamento do livro "Fantásticas" - Chá das Cinco #188

Bate papo com a Dany Fernandez do Barato Literário que vai lançar seu primeiro livro de contos na coletânea "Fantásticas": São 23 contos de autores diferentes com o tema Fantasia. 

O lançamento é nesse sábado na Biblioteca Pública Viriato Corrêa Rua Sena Madureira, 298 - Vila Mariana, São Paulo

Vamos ver sobre o que se trata?

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

GIRO DA SEMANA - Chá das Cinco #187

Uma futura série de Senhor dos Anéis, mais tretas de Hollywood, o Ibope de Stranger Things e renovação de uma série atual no resumão das notícias da semana.

com Patricia Balan, JM, Eddie Van Feu e Renato Rodrigues

 

AGENDA EDDIE VAN FEU EM PORTO ALEGRE 2018


E em alguns dias estarei voando para Porto Alegre, para reencontrar amigos e celebrar a literatura na Feira do Livro de Porto Alegre, a mais antiga do Brasil! Teremos também um encontro divertido na Loja Sírius e um final de semana com magia prática em um workshop  super especial que já ajuda na preparação para 2018. Então? Vamos nos encontrar? Aí vai a programação completa dos eventos em que estarei neste ano em Porto Alegre!

LANÇAMENTO DO LIVRO DEUSAS NEGRAS
Feira do Livro de Porto Alegre
Quando: dia 12/11 às 15hs 30min
Onde: no setor de autógrafos.



ENCONTRO COM A AUTORA
Bate-papo, fotos, abraços e mimos.
Quando: 14/11 a partir das 17 horas.
Onde: Loja Sírius - Rua República, 304 - Cidade Baixa.

WORKSHOP COM BATERIA DE RITUAIS:
21 RITUAIS PARA DAR UM PASSO A MAIS 2018!

Quando: Dias 18 e 19 de novembro, de 10 às 17 horas.
Onde: CASA DO SOL
Rua Dr. Flores, 245 sala 702 - Porto Alegre, RS
Telefone: (51) 3221.3665
Informações também nos: (21) 3872-4971 / (51) 9405-1980
Whatsapp: 21 99803-4050
Informações sobre os rituais: suporte@eddievanfeu.com



SAIBA MAIS DETALHES AQUI: https://eddievanfeu.klickpages.com.br/agendapoa


sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Dica de Série: "O Homem do Castelo Alto" - Chá das Cinco #186

Patricia Balan dá a dica da semana: a série baseada no livro de mesmo nome mostra o mundo quinze anos após as Potências do Eixo derrotarem os Aliados na Segunda Guerra Mundial, onde os Estados Unidos foram entregues à Alemanha nazista e ao Império do Japão.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

House of Tretas com Kevin Spacey - Chá das Cinco #185

O ator Kevin Spacey sofreu uma acusação séria de assédio e levou pra cova a badalada “House of Cards”. Foi justo ou a Netflix jogou pra galera? 

Sobre o filme "Thor: Ragnarock" (com SPOILERS!!!) - VLOG ALCATEIA #114

O Ragnarock chega ao Alcateia destruindo tudo no seu caminho com piadas infinitas vindas de Asgard. Será que gostamos do filme? Veja aí no bate-papo. 

 presentes as valquírias Eddie Van Feu e Patricia Balan e os trolls Renato Rodrigues, Ricky Nobre e JM

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Especial: Dicas para assistir no Halloween - Chá das Cinco #184

Nossos mortos-vivos saíram da tumba para dar dicas de filmes e séries pra você se esbaldar nesta Noite das Bruxas.

 

A NOVA ARMA DA MARVEL


Por Gabriel Maia

O projeto Arma X está de volta ao laboratório. Depois de criar lendas como Wolverine e Deadpool, e outros não tão famosos já que o X é um número romano indicando que havia outras armas criadas além de Wolverine.
Após a morte de Wolverine que foi coberto de adamantium líquido 

e a do Hulk, morto com uma flecha do Gavião arqueiro (é sério... não ri, cara... tô falando sério, lê em guerra civil II)

o Arma X achou legal tentar reproduzir o sucesso de dois grandes super seres e pensou; “cara, vamos fazer o melhor dos dois em um só?”, e, ignorando a tv que tinha um vídeo acoplado e o shampoo 2 em 1, resolveram criar um híbrido achando que ia dar super certo.
Sim, a Marvel achou legal um “filhinho” do Wolverine com o Hulk, mas calma, não é um filhinho convencional, é um clone hibrido.
No momento em que li a ideia pensei; “Titanic”. Parecia uma boa, mas na minha cabeça ia afundar feito uma pedra no primeiro bloco de gelo. Pegar a criatura mais poderosa e o mutante indestrutível que ninguém pode parar e fazer um híbrido overpower parecia apelação demais para mim.
“Nunca vai dar certo”, pensei. Mas lembrei de alguns “nunca vai dar certo” que li na história da Marvel. Lembrei de um herói adolescente com poderes de aranha que diziam que nunca daria certo, as pessoas odiavam aranhas e ele era cheio de defeitos para ser um herói. Lembrei de mutantes criados da radiação e nunca dariam certo, pois as pessoas morriam de medo da radiação naquela época. A Marvel era repleta desses “nunca vai dar certo” que hoje eram um grande sucesso.
Resolvi abrir a mente e dar uma chance ao Hulkrine...Wolvulk....bom...espero que eles tenham opções melhores de nomes do que eu.
Espero que trabalhem bem o personagem e tenham ótimas ideias. Ele estava previsto para estrear em Junho, depois em Agosto e ainda não tenho notícias, mas eu sinceramente espero uma boa estreia e boa sorte ao novo filhote.


O importante é vir com saúde e bons roteiros.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

GIRO DA SEMANA - Chá das Cinco #183


Um festival de remakes e continuações no resumão da semana com Patricia Balan, JM, Eddie Van Feu e Renato Rodrigues

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

DICA DE SÉRIE: Agentes da S.H.I.E.L.D. - Chá das Cinco #182

Ela começou aos trancos e barrancos e teve sua melhor temporada esse ano. Vamos falar do patinho feio da Marvel na TV: Os Agentes da SHIELD. 

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

terça-feira, 24 de outubro de 2017

GUERRA CIVIL II


Por Gabriel Maia

A Marvel, conhecida como “casa das ideias”, parece ter ficado com receio da sua receita de sucesso; testar coisas novas. Famosa por lançar personagens diferentes que vinham das ruas, de mutações ou radiação (coisas que na época de lançamento ninguém se interessava muito, ou tinha medo do tema trabalhado), ou por lançar heróis fora de qualquer padrão (sim Peter, estou falando de você), agora a empresa parece temerosa em decepcionar o público e tem seguido uma linha engessada de histórias e personagens, inclusive requentando títulos de sucesso.
Já tivemos pelo menos umas três “guerras secretas” e agora vamos para a segunda “guerra civil”. Pelo menos esta saga leva o nome de “guerra civil II”.
Bem, na primeira guerra civil tivemos uma divisão na comunidade super-heróica e o tema principal era a liberdade, onde o Capitão América defendia que os heróis tinham o direito de manter suas identidades em segredo, já o Homem de ferro defendia que todos os super seres (atuantes ou não) deveriam se cadastrar, receber um treinamento adequado e serem monitorados. Esta história bem construída e repleta de fortes emoções não teve um desfecho bem aceito culminando na morte de Steve Rogers (que poderia ter sido uma linda e simbólica morte do herói referencial de todos os heróis Marvel), mas depois ele voltou como acontece com todos os personagens de HQ.
A nova guerra civil não é tão grandiosa e nem tão dramática quanto a primeira. Na verdade a gente poderia chamar só de aventura dos Vingadores. O início da aventura se dá quando as névoas terrígenas (uma névoa que passa pela Terra e desperta os poderes inumanos adormecidos em humanos) despertam o poder do jovem Ulysses que passa a prever o futuro com uma exatidão assustadora. 

Carol Danvers, a Capitã Marvel, passa a pedir que os Inumanos emprestem Ulysses para que eles evitem as grandes catástrofes. 

Já Tony Stark, ao saber disso, passa a ser contra a ideia. Na visão de Stark mexer com o futuro era perigoso demais e ele deveria seguir seu curso. E isso é o que dá início à nova briga entre heróis; um queria se antecipar ao futuro e o outro queria preservá-lo.
Mas a ideia vai um pouco mais além, na verdade Stark queria ter a certeza de que os poderes do garoto eram precisos, pois poderiam prender e atacar alguém que não cometeu crime nenhum ainda, e poderia nem vir a cometer.
Na onda de evitar o futuro tivemos duas grandes (e, na minha opinião, desnecessárias) perdas; Máquina de combate e Hulk. O primeiro morre durante uma intervenção contra Thanos que havia acabado de chegar no planeta.

O segundo foi vítima de uma confusão criada por uma das visões onde Ulysses viu o Hulk matando vários heróis. 

Um grande grupo foi até uma fazenda onde Banner trabalhava tranquilamente e queria que o cientista os acompanhasse. 

Iniciada uma confusão Banner é atingido por um atirador que se entrega logo depois; Clint Barton. O Gavião revela que Bruce o pedira para ficar de olho nele, pois temia virar o Hulk, e na primeira oportunidade deveria matá-lo para evitar perda de vidas inocentes.
A próxima visão a causar tumulto foi a de Miles Morales, o jovem Homem-Aranha, com o corpo do Capitão América nas mãos, dando a entender que o matou. 

Agora Carol quer prender o adolescente e Tony quer preservá-lo.
O problema das visões de Ulysses é que no começo ele realmente via coisas que aconteceriam, mas a medida que seu poder crescia ele perdia o foco, como se ele enxergasse a sua linha temporal no começo e depois pudesse enxergar várias outras realidades sem saber qual era a sua. E este era o medo de Stark.
Nesta nova aventura o Capitão América é apenas uma figura decorativa sendo preparada para a próxima saga onde ele será o vilão. Os personagens parecem mais crianças perdidas e as mortes aconteceram para tentar dar drama e para sequenciar novos personagens.

Nem de longe ela chega perto do sucesso da última guerra civil, mas poderia dar um bom filme um dia.