quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

NOSTALGIA - Pantera Negra no Brasil

Há 35 anos chegava nas bancas Superaventuras Marvel n° 7/Abril (jan/1983) trazendo a origem do PANTERA NEGRA
(que estreia dia 15/02 por aqui nos cinemas. Dia 16, à noite, tem LIVE ALCATEIA falando sobre o filme)


"A história de um rei"
Roteiro: Roy Thomas
Desenho: Frank Giacoia
Arte-Final: Sal Buscema
Sinopse: A ascensão de um homem para se tornar Rei. Tchalla abre sua história de vida a seus companheiros Vingadores, desde a morte de seu pai, ao compromisso de se tornar Rei, os laços de amizade e o conhecimento do mundo fora de sua terra natal, culminando no despertar do Pantera Negra e sua primeira batalha.
Fonte: www.guiadosquadrinhos.com

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

TIO PATINHAS MERGULHANDO NOVAMENTE NO BAÚ DA FELICIDADE


por Renato Rodrigues
O SBT foi a primeira casa do Tio Patinhas na telinha. Aposta grandiosa de um outro milionário (Silvio Santos), Duck Tales estreou até num domingo como um longa no programa do patrão e depois fez parte da programação até meados dos anos 90.

CHAMADA DE ESTREIA em 1988



Por um breve momento foi pra TV Globinho (Lá por 2009) mas aí sumiu novamente.

Agora, sua nova versão está já com data marcada para a TV onde tudo começou:



O saudoso dublador brasileiro do Patinhas (Antônio Patiño, olha que coincidência) infelizmente já faleceu, então ele ganhou uma voz mais jovial aqui no país.

Bem-vindos, caçadores de aventuras!
Ei, Patinhas, tome cuidado com a caixa forte porque o Temer teve aí no SBT outro dia...

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

A MELHOR ESCOLHA


Por Ricky Nobre


 
A única coisa que você não pode esperar de Richard Linklater é um blockbuster. Mas, se for com um orçamento modesto, serve de tudo: comédia de Jack Black, animação experimental, a trilogia mais romântica de todos os tempos e até passar dez anos rodando o mesmo filme. Se fôssemos isolar um ponto em comum em sua filmografia, além de ser um cinema essencialmente “falado”, seria o interesse central nas pessoas, nos personagens. Ao adaptar o livro de Darryl Ponicsan, Linklater reforça o humor de uma história que é basicamente melancólica, agridoce. 

 

Sal (Steve Carell) procura dois antigos companheiros do Vietnam (Bryan Cranston e Laurence Fishburne) para ajudá-lo a ir ao funeral de seu filho, morto no Afeganistão. A jornada mistura o peso da idade, fantasmas do passado, mentiras do governo e o resgate de laços. O livro original é uma continuação do livro que inspirou o filme de Hal Ashby A Última Missão (1973), com Jack Nicholson, mas Linklater deixou claro que não se trata de uma continuação deste filme. 

 

Em um filme baseado em diálogos, o grande trunfo é o elenco. Cranston brilha como o contestador e zoeiro, que não conseguiria deixar de dizer o que pensa nem que tentasse. Carell usa de forma muito sutil e comedida suas habilidades cômicas, uma vez que seu personagem é tímido, fechado, reservado, principalmente na dor de sua perda. Fishburne, como o “pecador que virou pastor” dá um tom exato ao deixar emergir em momentos chave o fuzileiro desbocado e grosseirão por trás do genuinamente convertido religioso. 

 

O filme não pouca críticas ao “american way” e ao governo e sua postura diante dos familiares de soldados caídos. Num ótimo diálogo, Cranston diz que “somos o único país que ocupa outros e ainda espera que gostem de nós”. Linklater, porém, mantém seus personagens firmes e fiéis em seu orgulho por terem sido fuzileiros, sugerindo que uma coisa não exclui a outra. 

 

Linklater é capaz de fazer are projetos ambiciosos como Boyhood parecerem despretensiosos. E aqui não é exceção. Melhor Escolha é simples, honesto, engraçado e emocional. Não fará parte dos filmes inesquecíveis do diretor mas a diversão é garantida.

 

A MELHOR ESCOLHA (Last Flag Flying, 2017)
Com: Steve Carell, Bryan Cranston,  Laurence Fishburne, J. Quinton Johnson e Yul Vazquez
Direção: Richard Linklater
Roteiro: Richard Linklater e Darryl Ponicsan, baseado no livro de Darryl Ponicsan
Fotografia: Shane F. Kelly
Montagem: Sandra Adair
Música: Graham Reynolds

COTAÇÃO: 
 

EVENTO NO DIA DO QUADRINHO NACIONAL NO RIO


por Renato Rodrigues
Amanhã, terça, 30 de janeiro é o DIA DO QUADRINHO NACIONAL. A data foi escolhida pois, nesta data em 1869, Angelo Agostini publicou na revista Vida Fluminense, (1868-1875), aquela que é tida como a 1ª história em quadrinhos do Brasil: As Aventuras de Nhô Quim ou Impressões de Uma Viagem à Corte.

E, por conta desta data o palestrante Rodrigo Barboza e convidados pretendem abordar a história e conceituação do gênero literário que encanta leitores de todas as gerações. O público ainda irá descobrir como os quadrinhos são produzidos e impressos. 

Presença confirmada dos cartunistas e ilustradores Ziraldo, Ofeliano de Almeida, Ota e Ricky Goodwin.

QUANDO: dia 30/01/2018 às 19:00 (Tem que chegar antes para pegar senha)
ONDE: Centro Cultural Justiça Federal - Av. Rio Branco, 241 - Centro, RJ

sábado, 27 de janeiro de 2018

SAUDADES DE UM RECRUTA

Morreu hoje o cartunista Mort Walker, criador do Recruta Zero entres outros.
Obrigado por tudo, soldado. Pode descansar agora...


quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

SEM FÔLEGO


Por Ricky Nobre


Tanto o cinema de Todd Haynes como a literatura de Brian Selznick estão fortemente enraizadas no passado. Não é fácil catar na filmografia de Haynes algum trabalho que não seja de época e que seja ambientado em tempos contemporâneos. Já Selznick teve enorme sucesso com seu livro A Invenção de Hugo Cabret, belissimamente adaptado mais tarde por Scorcese. Esses dois autores com os olhos voltados para o passado estão agora em Sem Fôlego. A Edições SM e a H2O Films nos presentearam graciosamente na sessão para a imprensa com uma bela edição do livro de Selznick, dando a possibilidade de uma visão mais próxima entre a obra original e a adaptação. E, apesar das diferenças incontornáveis livro X filme, os dois estão bem próximos em conteúdo e na sensação que deixa no público. 

 

Em 1977, Ben é um menino de 12 anos, fascinado por lobos e por colecionar coisas aleatórias, que perdeu a mãe recentemente e vive com os tios. Numa noite, descobre indícios sobre a identidade de seu pai, sobre o qual a mãe nunca falou e, após um acidente que o deixa surdo, resolve partir sozinho em busca de seu passado. Já em 1927, Rose é uma menina surda de 13 anos que, vivendo com o pai autoritário, foge de casa em busca da grande estrela do cinema Lilian Mayhew. As duas histórias são contadas em paralelo, e suas semelhanças vão ficando mais claras e entrelaçadas conforme vão se desenrolando. No filme de Haynes, a história de Ben é contada com narrativa cinematográfica contemporânea e a de Rose é um filme mudo em preto e branco (uma ideia que, apesar de óbvia, é perfeita demais para não levar adiante). Já no livro de Selznick, a história de Ben é narrada em prosa, enquanto a de Rose é através das belíssimas ilustrações do próprio autor.

 

Haynes nunca fez um cinema “leve”, como Velvet Goldmine, Longe do Paraíso e Carol nos mostram. Sem Fôlego vem dar um tom diferente em sua trajetória. Com ares de fábula infanto-juvenil, o filme chega até mesmo a ser mais leve do que o próprio livro. O início da história de Rose tem uma carga bem mais dramática e triste no livro, e talvez tenha sido suavizada por Haynes na tentativa de deixar o filme menos denso para um público mais jovem, algo com o que Selznick, com longa carreira escrevendo livros infantis, não se importou. Quando, por exemplo, o cinema que Rose frequenta é fechado para a instalação de um sistema de som para os novíssimos filmes falados, isso pesa como uma grande tragédia para a jovem menina surda. É como se até o cinema a estivesse rejeitando. No filme, isso não passa de um breve comentário. Da mesma forma, a experiência de Ben quando chega em Nova Iorque, vindo de uma pequena cidade próxima ao Canadá, é descrita no livro com assustadora, com seu calor e caos urbano, enquanto Haynes a filma como um mundo novo, fascinante e cool.

 

Fora esses detalhes (assim como papel das ilustrações de Selznick no último quarto do livro e outros pequenas coisas), o filme pode ser considerado muito mais fiel ao livro do que a maioria das adaptações, e o fato do roteiro ter sido escrito pelo próprio Selznick pode ter muito a ver com isso. A maior diferença talvez seja num certo tom de “feel-good-movie” com toques de auto ajuda que não casa muito bem nem com o livro original nem com o cinema de Haynes (Selznick, no livro, lida bem melhor com a frase breguinha do filme: “Estamos todos na sarjeta, mas alguns de nós estão observando as estrelas”). A ótima trilha musical de Carter Burwell poderia ter um tom diferente para as cenas de Rose, para casar melhor com a estética do cinema mudo. Burwell efetivamente o fez na cena do almoço, com resultados cômicos muito bons. Poderia ser algo nessa linha, suavizada, menos literal. Seria melhor do que exatamente a mesma assinatura musical que a história de Ben. A forma como a montagem alterna as narrativas de Ben e Rose pode por vezes parecer excessivamente entrecortadas, o que, de certa forma, é herdada do livro (que chega ao ponto de interromper uma frase no meio para uma sequência de ilustrações). Nos dois casos, às vezes funciona, às vezes não.

 

O grande trunfo é o elenco, especialmente as crianças, com Oakes Fegley, já com uma carreira longa mesmo tão jovem, Jaden Michael que faz o amigo nova-iorquino de Ben, e Millicent Simmonds, interprete de Rose, uma jovem estreante que é de fato surda e que ganhou o papel mandando um vídeo para a produção. Eles são a alma do filme, ainda que as aparições, mesmo que breves, de Julianne Moore e Michelle Williams sejam sempre bem vindas. 

 

O que Sem Fôlego nos traz é uma história de duas crianças, separadas por 50 anos, onde elas procuram seu passado, sua identidade e seu lugar no mundo. O filme de Haynes acaba sendo excessivamente polido, até mesmo higienizados de emoções mais cruas. Os envolvidos na produção talvez estejam surpresos com a forma com que foram totalmente ignorados no Oscar este ano. Sem Fôlego é um filme bonito, por vezes encantador. Mas não é Carol. Nem Hugo Cabret. Quem sabe da próxima vez.

 

SEM FÔLEGO (WONDERSTRUCK, 2017)
Com: Oakes Fegley, Jaden Michael, Millicent Simmonds, Julianne Moore e Michelle Williams.
Direção: Todd Haynes
Roteiro: Brian Selznick, baseado em seu livro
Fotografia: Edward Lachman
Montagem: Affonso Gonçalves
Música: Carter Burwell

COTAÇÃO: 
 
 

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

FRAMBOESA DE OURO 2018


Achei o Framboesa de Ouro esse ano meio zoado: Ignoraram Chips e ainda meteram a "MÃE" no meio!!!
Imperdoável!!!

Esse é um prêmio cinematográfico humorístico dos EUA onde figuram os piores do ano. Veja a relação:

PIOR FILME
Baywatch
Emoji: O Filme
Cinquenta Tons Mais Escuros
A Múmia
Transformers: O Último Cavaleiro

PIOR ATRIZ
Katherine Heigl (Paixão Obsessiva)
Dakota Johnson (Cinquenta Tons Mais Escuros)
Jennifer Lawrence (mãe!)
Tyler Perry (Boo 2! A Madea Halloween)
Emma Watson (O Círculo)

PIOR ATOR
Tom Cruise (A Múmia)
Johnny Depp (Piratas do Caribe - A Vingança de Salazar)
Jamie Dornan (Cinquenta Tons Mais Escuros)
Zac Efron (Baywatch)
Mark Wahlberg (Pai em Dose Dupla 2 e Transformers: O Último Cavaleiro)

PIOR ATOR COADJUVANTE
Javier Bardem (mãe! e Piratas do Caribe - A Vingança de Salazar)
Russell Crowe (A Múmia)
Josh Duhamel (Transformers: O Último Cavaleiro)
Mel Gibson (Pai em Dose Dupla 2)
Anthony Hopkins (Collide e Transformers: O Último Cavaleiro)

PIOR ATRIZ COADJUVANTE
Kim Basinger (Cinquenta Tons Mais Escuros)
Sofia Boutella (A Múmia)
Laura Haddock (Transformers: O Último Cavaleiro)
Goldie Hawn (Viagem das Loucas)
Susan Sarandon (Perfeita é a Mãe 2)

PIOR COMBO
Qualquer combinação de dois personagens, brinquedos sexuais ou posições sexuais (Cinquenta Tons Mais Escuros)
Qualquer combinação entre dois humanos, dois robôs ou duas explosões (Transformers: O Último Cavaleiro)
Qualquer encontro de dois emojis (Emoji: O Filme)
Johnny Depp e seu estilo bêbado de atuar (Piratas do Caribe - A Vingança de Salazar)
Tyler Perry e qualquer vestido velho ou peruca ruim (Boo 2! A Madea Halloween)

PIOR REFILMAGEM/CÓPIA/SEQUÊNCIA
Baywatch
Boo 2! A Madea Halloween
Cinquenta Tons Mais Escuros
A Múmia
Transformers: O Último Cavaleiro

PIOR DIRETOR
Darren Aronofsky (mãe!)
Michael Bay (Transformers: O Último Cavaleiro)
James Foley (Cinquenta Tons Mais Escuros)
Alex Kurtzman (A Múmia)
Tony Leondis (Emoji: O Filme)

PIOR ROTEIRO
Baywatch
Emoji: O Filme
Cinquenta Tons Mais Escuros
A Múmia
Transformers: O Último Cavaleiro

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

SOBRENATURAL: A ÚLTIMA CHAVE - CRÍTICA DE UMA AMANTE DE TERROR

por Eddie Van Feu

É minha primeira resenha do ano e fico feliz de ser essa. Sobrenatural (Insidious) é, junto com Invocação do Mal, uma de minhas franquias favoritas. No quarto filme da série, conhecemos um pouco mais da médium Elise Rainier (Lin Shaye) que é obrigada a revisitar seu passado quando é chamada para averiguar uma casa assombrada que foi a casa onde ela cresceu. Naturalmente, tem um cabrunco do estopico da meia-noite lá que vai dar dor de cabeça pra todo mundo.


O filme é bom. Mas poderia ser melhor. Dentre os pontos positivos Lin Shaye está no topo! Do alto dos seus 74 anos, ela está ótima e convincente no papel mais marcante de sua carreira. Outro ponto positivo é que é um filme de terror que me fez dar alguns saltos da cadeira, que é o mínimo que eu espero de um filme de terror.

Lin está ótima e convence como a corajosa médium que visita o umbral atrás de bichos sinistros.

A história é contada em flashbacks e isso pode confundir os mais lerdinhos. Também mostra algumas referências ao Insidious. Porém, a história carece de um clímax. Ela vai sendo levada, a gente vai indo, é um filme agradável, mas não tem o ritmo dos outros, apesar de usar artifícios que deram certo antes.

A dupla de nerds caça-fantasmas tem muito potencial, mas não foi aproveitada devidamente. Uma pena.

Talvez tenha sido a direção ou o roteiro, mas até o humor estava morno. Dá pra rir, mas quando você vê o potencial dos nerds caça-fantasmas e da própria Elise, percebemos que o filme está aquém de seu elenco e potencial.

Usar recursos que deram certo nos filmes anteriores é inteligente. Mas seria bom dar mais sustância para o roteiro, além disso.

Alguns pontos de virada são muito interessantes, mas não condizem muito com o que sabemos do mundo espiritual. Uma coisa sempre muito legal nessa série é a fidelidade ao mundo invisível. Dessa vez, põe-se a culpa de mau comportamento humano em demônios (ou seja lá o que diabo for aquilo), tirando-se o livre arbítrio. Sim, demônios, fantasmas e seres abissais podem influenciar uma pessoa, mas jamais obrigá-la a fazer algo que vai contra sua natureza. Logo... Para ganhar um breve momento de surpresa da audiência um fato importante do roteiro pareceu ser torcido.

Mesmo assim, é um bom filme. Poderia ser ótimo! Mas pelo prazer de revisitar o universo e seus personagens, eu me contento com o bom e vai para a minha listinha de Natal!






Ficha técnica:
Data de lançamento: 18 de janeiro de 2018 (Brasil)
Direção: Adam Robitel
Séries de filmes: Insidious
Produção: James Wan, Jason Blum, Oren Peli
Produtoras: Blumhouse Produções, Stage 6 Films

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

NOVA FORMIGA DO HOMEM FOTO


Melhor AMPLIAR


Depois de Guerra Civil, Scott Lang lida com as conseqüências de suas escolhas tanto como super herói como pai. Enquanto ele luta para reequilibrar sua vida com suas responsabilidades como Homem-Formiga, ele é confrontado com Hope van Dyne e Dr. Hank Pym com uma nova missão urgente. Scott deve mais uma vez vestir o uniforme e aprender a lutar ao lado da Vespa enquanto a equipe trabalha em conjunto para descobrir segredos do passado.

working out atom ant GIF by Warner Archive

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Cantor Ruy Faria do grupo MPB4 morre aos 80 anos

por Renato Rodrigues
O cantor Ruy Faria do grupo MPB4 morreu aos 80 anos, ontem (11/01) no Rio. Além de cantor e compositor, Ruy era produtor musical e integrou o conjunto MPB4 até o ano 2004. 

Uma curiosidade particularmente interessante para nós aqui do ALCATEIA.COM é que o MPB4 foi responsável pelas versões dos temas em português dos saudosos desenhos desanimados Marvel
"Pedimos a todos que elevem os seus pensamentos para um homem que valorizou a alegria de viver, o bom humor, a amizade e principalmente a criatividade. Vamos lembrá-lo sempre com esses requisitos que eram a sua marca", escreveu sua ex-esposa Cynara Faria, em rede social.
 

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

FELIZ 2018! DUCKTALES (Whoo-hooo) VEM AÍ

por Renato Rodrigues
No dia 4 de fevereiro os canais Disney XD e Disney Channel estreiam no Brasil o novo "DuckTales: Os Caçadores de Aventuras".

O especial de 1 hora de duração começa às 11h e reprisa às 19h nos dois canais.

A dublagem terá as vozes de Fernando Mendonça (Tio Patinhas), Cláudio Galvan (Donald), Eike Duarte (Huguinho), Felipe Drummond (Zezinho), Matheus Perissé (Luizinho), Ana Elena Bittencourt (Patrícia).

 Já vi muita gente falando, "Ahh, não é igual ao original, que era clássico e coisa e tal..." mas convenhamos, se tivesse rede social em 1987 teriam dito a mesma cosia: "Ah, prefiro os curtas do Donald de 1940, etc, etc..."