segunda-feira, 3 de agosto de 2020

Depois do XVI Fantaspoa a Darkflix retoma com a programação normal de lançamentos semanais

Com o fim do Festival Internacional de Cinema Fantástico de Porto Alegre, o Fantaspoa 2020, que este ano foi exibido no formato virtual em parceria com a Darkflix, o serviço de streaming volta a sua programação normal com lançamentos semanais no catálogo.

Após a exibição da mostra de longas e curtas do Rio Grande do Sul, que aconteceu na capital gaúcha entre os dias 24 de julho a 2 de agosto, a Darkflix retorna hoje (3) com os lançamentos de produções de terror semanais. E nesta semana 6 filmes chegam ao serviço de streaming, entre clássicos do terror, que inclui atores consagrados, até obras mais recentes.


segunda-feira, 13 de julho de 2020

TRAILER DA TEMPORADA 5 DE #LUCIFER DIVULGADO

Hoje (13) a Netflix divulgou o trailer da nova temporada de 'Lucifer' (2015). O trailer da 5ª temporada já se encontra disponível no canal oficial do YouTube da Netflix Brasil, com legenda em português.

A série vai estrear a 5ª temporada na Netflix mundialmente no próximo mês, dia 21 de agosto, com exclusividade no serviço de streaming.


domingo, 12 de julho de 2020

Cinema Retrô - Usina de Monstros

Por Anny Lucard


'Usina de Monstros' (Quatermass 2, 1957), com direção de Val Guest e roteiro de Nigel Kneale, é um filme do estúdio britânico Hammer, famoso por suas produções de terror com monstros.

quinta-feira, 9 de julho de 2020

TERROR E FICÇÃO CIENTÍFICA CHEGANDO NO #CINEMAVIRTUAL

Hoje (9) chegou ao Cinema Virtual dois filmes do cinema fantástico e com conteúdo sobrenatural, o terror 'O Garoto do Leito 6' um típico filme sobre fantasmas e a ficção científica 'O Guardião dos Mundos' com uma boa dose de fantasia.

Os filmes vão ficar em cartaz de 9 a 16 de julho na plataforma de streaming exclusiva de cinema, junto com outras novidades.


terça-feira, 7 de julho de 2020

#JUNTOSPELOCINEMA


Estamos dando início à campanha #JuntosPeloCinema hoje (7)! Uma campanha que envolve mais de 200 profissionais da indústria do cinema, entre exibidores, distribuidoras, produtoras e fornecedores. Venha fazer parte desta iniciativa inédita!

domingo, 5 de julho de 2020

Cinema Retrô - A Hora do Lobisomem

Por Anny Lucard


'A Hora do Lobisomem' (Silver Bullet, 1985), com direção de Daniel Attias, teve o roteiro escrito pelo próprio autor do livro no qual foi baseado, Stephen King.

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Cinema Retrô - A Dama do Espelho: O Ritual das Trevas

Por Anny Lucard


'A Dama do Espelho: O Ritual das Trevas' (Pikovaya dama. Chyornyy obryad, 2015) é uma produção russa dirigida por Svyatoslav Podgaevskiy, que também escreveu o roteiro, que narra uma lenda sobre uma entidade sobrenatural que pode ser conjurada diante de um espelho.

segunda-feira, 29 de junho de 2020

DARKFLIX COM NOVIDADE DA FRANQUIA 'A EXPERIÊNCIA'

Um leque de opções de várias partes do mundo, com produções da Romênia, França, Austrália, México, entre outras; chegando na Darkflix a partir desta semana que começa com lançamentos sobrenaturais, como o vampiresco 'Subspecies - A Geração Vamp'. Já no fim de semana chega ao serviço de streaming o quarto filme da franquia 'A Experiência'. Um dos destaques de terror da semana.


Confira os filmes e as datas dos lançamentos da semana no catálogo da Darkflix:

sexta-feira, 26 de junho de 2020

Cinema Retrô - Necronomicon: O Livro Proibido dos Mortos

Por Anny Lucard


'Necronomicon: O Livro Proibido dos Mortos' (Necronomicon: Book of Dead, 1993) é um filme sobre o lendário Necronomicon criado por H.P. Lovecraft, famosa livro ficcional dos contos do autor.

quinta-feira, 25 de junho de 2020

PRIMEIROS TÍTULOS DA FANTASPOA 2020 SÃO ANUNCIADOS


Após anunciar que a Fantaspoa 2020 será em formato online e gratuito, em parceria com a Darkflix, foi divulgado os primeiros títulos na 16ª edição dp Fantaspoa. Originalmente programada para ocorrer em maio, a edição de número 16 do festival foi adiada por causa da quarentena por causa da pandemia mundial, mas dado ao agravamento dos casos de óbitos no Brasil, a organização do evento optou por migrar para a internet e irá realiza um festival virtual.

segunda-feira, 22 de junho de 2020

FILMES CHEGANDO NO CATÁLOGO DA DARKFLIX

Os títulos de terror que chegam nesta semana na Darkflix, serviço de streaming mais aterrorizante do país, abordam temas sobre entidades demoníacas, criminosos, psicopatas, canibais e porque não, um pouco de humor.

Pegue a pipoca e venha assistir a esses clássicos de terror. Fiquei em casa com a Darkflix!


Veja a lista dos filmes chegando a partir de hoje (22) na Darkflix e as datas:

domingo, 21 de junho de 2020

Cinema Retrô - Chamas da Vingança (1984)

Por Anny Lucard


'Chamas da Vingança' (Firestarter, 1984) é um filme do diretor Mark L. Lester, com roteiro escrito por Stanley Mann, inspirado no livro 'A Incendiária', publicação de 1980, do autor norte-americano Stephen King.

quinta-feira, 18 de junho de 2020

SESSÃO #FIQUEEMCASA COM 'BACURAU' NO DIA DO CINEMA BRASILEIRO


Hoje (18 de junho), Dia do Cinema Brasileiro, no YouTube Brasil, acontece a Sessão #FiqueEmCasa com o filme 'Bacurau', que vai passar na integra no Canal Oficial da Rede Telecine.

NOVO FILME DO ULTRAMAN É UMA DAS ESTREIAS DA SEMANA NO CINEMA VIRTUAL

Uma das estreias da semana no Cinema Virtual, é 'Ultraman Geed - O Filme' (Ultraman Geed the Movie: Connect the Wishes!, 2018), produção com um dos maiores heróis do universo, Ultraman.

Com distribuição da Elite Filmes, a produção com um dos mais queridos personagens japonês, chega hoje (18) a plataforma de cinema com exclusividade, lançado no Cinema Virtual em versão legendada e dublada em português.


'ANTON: LAÇOS DE AMIZADE' CHEGA HOJE NO CINEMA VIRTUAL


Hoje (18) chega ao Cinema Virtual o drama, com distribuição da A2 Filmes, 'Anton: Laços De Amizade' (Anton, 2019), o último filme do cineasta e roteirista Zaza Urushadze, de 'Tangerinas'. Produção que chegará com exclusividade na nova plataforma de streaming, criada pelas distribuidoras e exibidores para dar continuidade as estreias semanais de cinemas, só que em um "complexo digital", durante o período de pandemia do Covid-19. Assim os fãs de cinema e cinéfilos vão curtir filmes inéditos toda a semana, enquanto as salas de cinema estão fechadas.

quarta-feira, 17 de junho de 2020

FANTASPOA 2020 SERÁ EM FORMATO ONLINE E GRATUITO

Será realizado de forma totalmente online e gratuita a 16ª edição dp Fantaspoa, em parceria inédita com a Darkflix, serviço brasileiro de streaming voltado a produções de gênero terror fantástico. Originalmente programada para ocorrer em maio, a edição de número 16 do festival havia sido postergada, devido à pandemia do covid-19, para o segundo trimestre deste ano. Com o agravamento dos casos de contaminação e óbitos no Brasil, a organização do evento optou por migrar sua realização para o ambiente virtual.


Cinema Retrô - A Profecia

Por Anny Lucard


O filme 'A Profecia' (The Omen, 1976), com direção de Richard Donner e roteiro escrito por David Seltzer, é estrelado por uma lenda do cinema mundial, o ator Gregory Peck.

segunda-feira, 15 de junho de 2020

NOVIDADES DA SEMANA NA DARKFLIX TEM FILME DOS ESTÚDIOS HAMMER EM DESTAQUE

Se você é um entusiasta do gênero do terror e suas vertentes, então aproveite a seleção de filmes que entram nesta semana no catálogo da Darkflix. Assista (e se assuste) com os lançamentos semanais do serviço de streaming que contam com títulos de terror mesclado a ficção cientifica, fantasia, suspense, entre outros gêneros. Além de conteúdo sobrenatural e investigativo. Então prepare a pipoca e se jogue no sofá!


Veja a lista dos filmes chegando a partir de hoje (15) ao serviço de streaming, com as datas:

quinta-feira, 11 de junho de 2020

'UM GRITO DE LIBERDADE' É A ESTREIA DA SEMANA DA A2 FILMES NO CINEMA VIRTUAL

Hoje (quinta-feira, dia 11 de junho) chega ao Cinema Virtual o drama turco 'Um Grito de Liberdade' (Annem, 2019), do direto Mustafa Kotan. Com distribuição da A2 Filmes a produção chega com exclusividade na nova plataforma de streaming, criada pelas distribuidoras e exibidores para dar continuidade as estreias semanais de cinemas, só que em um "complexo digital", durante o período de pandemia do Covid-19. Assim permitindo que os fãs de cinema e cinéfilos curtam filmes inéditos toda a semana, enquanto as salas de cinema estão fechadas.

O projeto que iniciou no último dia 28 de maio com mais de 10 títulos, tem a A2 Filmes entre as primeiras distribuidoras a lançar filmes na plataforma de streaming exclusiva para o cinema. Já com dois lançamentos em cartaz, o drama 'A Guerra de Anna' (Voyna Anny, 2018) e o terror 'O Segredo da Floresta' (Behind the Trees, 2019), a distribuidora traz mais um lançamento para o Brasil.

Valendo lembrar que o objetivo do Cinema Virtual é ter sempre entre 10 e 15 filmes em cartaz a cada semana, todos inéditos, reproduzindo a experiência do cinema.


quarta-feira, 10 de junho de 2020

Cinema Retrô - No Mundo de 2020


'No Mundo de 2020' (Soylent Green, 1973) é uma ficção científica de terror, que se passa em um futuro distópico, a qual foi inspirada no livro do autor norte-americano Harry Harrison, 'Make Room! Make Room!', uma publicação de 1966, que não foi traduzida para o português e não tem nenhuma versão brasileira, a qual mostra uma previsão bem aterrorizante do mundo na década de 2020.

segunda-feira, 8 de junho de 2020

NOVIDADES DA SEMANA NA DARKFLIX TÊM VAMPIROS, ALIENÍGENAS E OUTROS SERES SINISTROS

Chegou a hora de saber quais são as novidades que vão chegar ao catálogo da Darkflix nesta semana.

No menu têm vampiros, lobisomens, monstros, alienígenas e entidades sobrenaturais para todos os gostos!


Veja a lista dos filmes chegando a partir de hoje (8) ao serviço de streaming, com as datas:

sábado, 6 de junho de 2020

Cinema Retrô - O que Fazemos nas Sombras

Por Anny Lucard


'O que Fazemos nas Sombras' (What We Do in the Shadows, 2014) é um documentário ficcional sobre um grupo de vampiros que "vivem" na Nova Zelândia.

sexta-feira, 5 de junho de 2020

SÉRIE SOBRE CATARINA, A GRANDE, DA RÚSSIA CHEGA ESTE MÊS NO STARZPLAY

Protagonizada por Elle Fanning e Nicholas Hoult, a série 'The Great' é a estreia mais aguardada de junho no Starzplay.

Com 12 episódios, a produção criada por Tony McNamara, roteirista indicado ao Oscar por 'A Favorita', mescla fatos históricos a especulações para contar a ascensão de Catarina, a Grande. Uma mulher que foi de forasteira à mais longa governante feminina na história da Rússia.

A série vai estrear sua primeira temporada no dia 18 de junho no catálogo do serviço de streaming.


quinta-feira, 4 de junho de 2020

Cinema Retrô - Morcegos

Por Anny Lucard


'Morcegos' (Bats, 1999) é um terror que segue a cartilha de filmes do tipo "animais comedores de gente", como 'Tubarão' (Jaws, 1975), mas que soube misturar muito bem uma dose de ficção científica, ao incluir uma alteração genética nas estrelas da produção, os morcegos.

quarta-feira, 3 de junho de 2020

ADAPTAÇÃO DE HQ FRANCÊS É DESTAQUE ENTRE AS NOVAS SÉRIES DA NETFLIX


A série 'Expresso do Amanhã' (Snowpiercer, 2020) estreou no catálogo da Netflix nem tem duas semanas e já virou a queridinha entre os fãs de ficção científica do serviço de streaming. Uma adaptação de uma quadrinho francesa chamado 'Le Transperceneige', publicação de 1982. Inclusive o HQ já ganhou um filme para o cinema em 2013, com Chris Evans, ator conhecido pelo papel como o super herói da Marvel Capitão América.

terça-feira, 2 de junho de 2020

Cinema Retrô - Vamp: A Noite dos Vampiros

Por Anny Lucard


O filme 'Vamp: A Noite dos Vampiros' (Vamp, 1986), dirigido por Richard Wenk que assina o roteiro junto com Donald P. Borchers, é um típico terror de conteúdo sobrenatural da década de 1980 que mistura na dose certa gore e comédia, mas consegue se destacar por debochar do estilo das produções da época.

segunda-feira, 1 de junho de 2020

DARKFLIX COMEÇA JUNHO COM CRIATURAS ASSUSTADORAS CHEGANDO AO CATÁLOGO

As novidades de terror chegando ao catálogo da Darkflix na primeira semana de Junho, é especial para assinantes que curtem histórias com criaturas de assustar, de sinistros assassinos a seres mutantes gigantes. Com terror que vai do psicológico ao terrir (terror carregado na comédia).


sexta-feira, 29 de maio de 2020

Cinema Retrô - Psicose

Por Anny Lucard


'Psicose' (Psycho, 1960), dirigido por Alfred Hitchcock e com roteiro de Joseph Stefano, é uma obra de suspense de terror das mais icônicas e mesmo fazendo parte da época do cinema em preto e branco, ainda é considera insuperável em relação não só a outros filmes do gênero, como também em relação a produção que refez todo o filmes, praticamente cena a cena, em cores, na década de 1990.

quarta-feira, 27 de maio de 2020

ZUMBIS DA NETFLIX CHEGAM AO RIO DE JANEIRO

Depois de zumbis coreanos e indianos, agora é a vez dos brasileiros entrarem para a lista. 'Reality Z', nova série original Netflix de terror sobrenatural com zumbis, teve seu trailer oficial disponibilizando hoje (27) no canal do YouTube da Netflix Brasil.


quarta-feira, 20 de maio de 2020

Cinema Retrô - A Condessa Drácula

Por Anny Lucard


O filme 'A Condessa Drácula' (Countess Dracula, 1971), estrelado por Ingrid Pitt e dirigido por Peter Sasdy, é uma produção do lendário estúdio Hammer, responsável por clássicos do cinema de terror sobrenatural das décadas de 1950/60/70, como os filmes Drácula com o ator Christopher Lee.

sexta-feira, 15 de maio de 2020

Crítica Retrô - A Noite dos Coelhos

Por Anny Lucard


'A Noite dos Coelhos' (Night of the Lepus, 1972), dirigido por William F. Claxton, tem roteiro de Don Holliday e Gene R. Kearney, e é um genuíno terror trash dos Anos 70. Que ganhou fama mundial, ou pelo menos no Brasil, graças a uma popular série de TV dos Anos 90, 'Todo Mundo Odeia o Chris', por conta de um episódio em que Rochelle (Tichina Arnold) pede ao marido Julius (Terry Crews) levar o filho Drew (Tequan Richmond) em um show de mágica. Depois de muito relutar, Julius leva o filho, mas acaba passando mal durante a apresentação do Mágico - O Mágico e é quando ele conta que tem medo de coelho para a família e o espectador descobre, por conta da narração de Chris Rock, que o trauma foi causado por conta de um filme chamado 'A Noite dos Coelhos'.

segunda-feira, 11 de maio de 2020

Crítica Retrô - Amor de Vampiros

Por Anny Lucard


'Amor de Vampiros' (Amanti d'oltretomba, 1965) é considerado um dos clássicos do terror italiano. Dirigido por Mario Caiano e estrelado pela rainha gótica do cinema da Itália, a atriz Barbara Steele, é um filme raro aqui no Brasil, para alguns uma novidade, já que nunca chegou a estrear nos cinemas brasileiros.

sexta-feira, 8 de maio de 2020

Crítica Retrô - Elvira: A Rainha Das Trevas

Por Anny Lucard


O filme 'Elvira: A Rainha Das Trevas' (Elvira: Mistress of the Dark, 1988), dirigido por James Signorelli, é uma comédia de conteúdo sobrenatural fantástica celebrada por uma geração. Quem era jovem nos anos 80 e não viu esse filme, ou está mentindo ou, infelizmente, não teve adolescência. Isso porque a personagem Elvira encantou uma geração inteira com seu visual gótico sexy e suas atitudes rebeldes. Uma mulher dona de si e com opinião própria. Os garotos queriam namorar Elvira e muitas garotas queriam ser como ela. Numa época que as mulheres eram julgas simplesmente por suas roupas (o que não mudou muito hoje em dia), Elvira mostrava para todos que uma mulher podia ser bela, sexy, ter opinião e fazer sucesso por esforço próprio. E mesmo com uma personagem tão empoderada, a trama do roteiro dessa produção, não deixou de arrancar muitas risadas, afinal se trata de um comédia.

terça-feira, 5 de maio de 2020

Crítica Retrô - A Fortaleza (1992)

Por Anny Lucard


O filme 'A Fortaleza' (Fortress, 1992), com direção de Stuart Gordon e roteiro escrito por Troy Neighbors, Steven Feinberg, David Venable e Terry Curtis Fox, pode-se dizer que é um clássico das distopias produzidas na década de 1990. Porque mesmo não sendo uma grande produção, não deixa nada a dever em comparação a outros filmes do tipo produzidos na época.

segunda-feira, 4 de maio de 2020

ADEUS, TIO MANECO

Mais uma perda para a geração que cresceu nos anos 70/80. O ator paulista Flávio Migliaccio, 85 anos, foi encontrado morto na manhã de hoje no sítio que mantinha desde a década de 70 em Rio Bonito (RJ).

O ator ficou muito conhecido com o seriado infantil "Shazan, xerife & cia" (anos 70) e pelas aventuras do Tio Maneco na TVE (de 1981 até 1985).

Vá em paz, tio Migliaccio


segunda-feira, 27 de abril de 2020

Crítica - "Resgate"

Por Anny Lucard


A primeira crítica de um filme original Netflix, não podia ser melhor. 'Resgate' (Extraction, 2020), estrelado pelo ator Chris Hemsworth, é uma produção do gênero ação do serviço de streaming em parceria com os irmãos Russos.

quinta-feira, 16 de abril de 2020

Crítica Retrô - Kong: A Ilha da Caveira

Por Anny Lucard


Em 'Kong: A Ilha da Caveira' (Kong: Skull Island, 2017) o público é levado novamente a ilha misteriosa onde vive Kong, um gigantesco macaco que é visto como rei (“king” em inglês) pela tribo daquele lugar que parece perdido no tempo, repleto dos mais estranhos seres.

segunda-feira, 30 de março de 2020

Crítica Retrô - Godzilla (2014)

Por Anny Lucard


Dirigido por Gareth Edwards, 'Godzilla' (2014) tem roteiro de Max Borenstein com história de David Callaham e é baseado no monstruoso personagem japonês Gojira, criado em 1954 por Ishirô Honda, que deu origem a uma das primeiras franquias bem sucedidas japonesas, com filmes a quadrinhos/mangás.

quinta-feira, 5 de março de 2020

Crítica Retrô - Angry Birds: O Filme

Por Anny Lucard


A produção inspirada no game 'Angry Birds', 'Angry Birds - O Filme'(Angry Birds, 2016), tem direção de Clay Kaytis e Fergal Reilly, e no elenco original atores como Peter Dinklage (série 'Game Of Thrones'), Kate McKinnon ('Caça-Fantasmas' - 2016), Bill Hader ('DivertidaMente'), entre outros. Já entre os dubladores brasileiros, o ator Fábio Porchat retorna ao mundo das dublagens após sua bem sucedida estreia em 'Frozen'. Em 'Angry Birds' Fábio Porchat dubla Chuck, personagem que originalmente é dublado por Josh Gad, mesmo que dublou o Olaf em 'Frozen'.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

NOSSO ADEUS AO ZÉ DO CAIXÃO

Hoje Zé do Caixão partiu em uma nova aventura. José Mojica Marins me é familiar desde criança, pois minha mãe era fã de seus filmes. Cheguei a ver alguns depois de adulta e sempre admirei sua forma de levar a fantasia de terror ao mundo, com aquele quê de inocência e otimismo, pois o Bem sempre vencia o Mal. Tive o prazer de conhecê-lo em duas ocasiões. Na primeira, lááá atrás, nos encontramos em uma Bienal do Livro de São Paulo e nós estávamos lançando nossa primeira revista, a Olha A Frente!, e aí está a foto pra provar que não foi delírio meu.
A gente sempre lamenta a partida de alguém que enriquece o mundo, mas compreendemos que a estrada para a alma continua e que novos encontros nos aguardam. Uma boa e feliz jornada ao cineasta e artista Zé do Caixão!


Crítica Retrô - Zumbilândia: Atire Duas Vezes

Por Anny Lucard


'Zumbilândia: Atire Duas Vezes' (Zombieland: Double Tap, 2019) é a sequência de um dos filmes de zumbis mais cultuados entre os fãs do gênero, 'Zumbilândia' de 2009.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Crítica Retrô - Monster Trucks

Por Anny Lucard


O filme 'Monster Trucks' (2016) pega a ideia de animações com carrinhos falantes do tipo “monster trucks”, que no Brasil são mais conhecidos por “carros monstro”, e a leva para um nível mais literal.

domingo, 9 de fevereiro de 2020

Os filmes do Oscar: O IRLANDÊS (10 indicações)


Por Ricky Nobre


Com 25 longa metragens no currículo, que vão desde romance inglês até a vida de Cristo, budismo e mercado financeiro, Martin Scorsese ficou marcado em brasa por seus quatro filmes sobre a máfia de tal forma que, quando foi anunciado o projeto de O Irlandês, a reação de muitos foi: “Mas outro???”. Porém, mesmo para aqueles cuja referência de Scorsese seja apenas os filmes de máfia, este novo projeto não tem tanto em comum com as experiências anteriores do cineasta no gênero. Sim, tem Robert De Niro, Joe Pesci e Harvey Keitel de volta que, com a adição de Al Pacino, formam o dream team de filmes de máfia para qualquer diretor. Mas tudo é diferente em O Irlandês.

 

Para quem está acostumado à câmera extremamente ágil e a edição que acompanha e costura essa câmera nervosa com perfeição e que são marcas indissociáveis de Scorsese não só em seus filmes mafiosos mas também em outros, pode causar estranhamento a direção que foi tomada aqui. O Irlandês foi baseado no livro de Charles Brandt I Heard You Paint Houses, que narra os crimes que Frank Sheeran teria confessado no fim da vida, cuja veracidade foi contestada em alguns artigos. O filme mostra sua trajetória dos 35 aos 82 anos, graças a um processo de rejuvenescimento digital (e ligeiro envelhecimento em algumas cenas), não apenas dele mas também de Pesci e Pacino. A técnica tem resultados primorosos a maior parte do tempo, mas as cenas que mostram De Niro na casa dos 30 não apenas não convencem quanto a idade como também são esteticamente ruins. Mesmo não sendo perfeita durante todo o tempo, a escolha da técnica dá ao filme uma unidade na interpretação e ajuda os personagens a grudarem no espectador que os vê envelhecendo cena a cena, e ainda auxilia a manter o público sempre atento à cronologia dentro da estrutura de flashback utilizada. 

 

Com 3 horas e meia de duração, é o mais longo filme da carreira de Scorsese e ele não se utiliza de tanto tempo à toa. O filme não é lento ou arrastado em sua totalidade. Ele começa lento e termina da mesma forma, mas a grande parte de seu “miolo” é muito ágil e a história anda com ritmo, com coisas acontecendo a todo instante. O olhar e estilo de direção, porém, são muito mais comedidos. A câmera não possui arroubos. Ela é inteligente, segura e precisa como sempre é no cinema de Scorsese, mas é sempre sóbria, movimenta-se com parcimônia e a montagem de Thelma Schoonmaker, parceira do diretor em 24 filmes, costura takes mais longos. Para contar como a passagem de tempo e a velhice atingem homens violentos e poderosos, Scorsese optou por uma narrativa menos ágil e estilizada. 

 

Talvez o grande símbolo desta escolha narrativa seja a interpretação impecável de Joe Pesci. Famoso por seus personagens barulhentos e exagerados, sejam cômicos ou violentos, aqui Pesci vive o chefão Bufalino de forma impressionantemente econômica e contida. São os detalhes, nuances de voz, de olhar, gestos mínimos que o fazem um homem realmente poderoso e assustador num filme onde o personagem mal se levanta. E é assim que Scorsese dirige O Irlandês. Essa economia também se vê no Sheeran de De Niro, construindo um personagem também raro no gênero. Um soldado fiel, meticuloso e um assassino preciso, porém frio, sem arroubos de crueldade e que apenas faz o que lhe é ordenado da forma mais eficaz e rápida possível. Socialmente, entre superiores e pares, ele é o cara legal, o apaziguador de conflitos. Ao defender a filha, porém, ele é o mafioso violento clássico, e essa postura lhe custará caro. 

 

Pacino, por outro lado, está em casa como o famosamente expansivo Jimmy Hoffa. A história do famoso sindicalista americano insere no filme uma visão que une campanhas presidenciais, ações em Cuba, a morte de Kennedy, o que muitos podem ver como pura teoria conspiratória. E quando o ego indestrutível de Hoffa se torna um empecilho para alguns, Sheeran se vê em seu pior momento e sem saída. Scorsese também constrói um suspense incômodo, numa longa viagem de carro onde dois homens conversam as coisas mais banais e Sheeran segue em silêncio no banco de trás. Só ele e o público sabem exatamente o que vai acontecer. É a sequência mais lenta do filme, e o objetivo é justamente o de criar a agonia da espera de um momento que nem Sheeran queria que acontecesse. 

 

De todos os filmes de máfia de Scorsese, é o que menos traz a impressão de glamorização e celebração do crime e da violência. A melancolia da parte final do filme nos traz uma sensação rara no gênero. Enquanto o destino da esmagadora maioria de seus pares foi a morte violenta, Sheeran goza de longa vida, porém solitária e repleta de arrependimentos, alguns que ele sequer ainda conseguiu compreender. Viveu ao lado de poderosos, presenciou e viveu momentos decisivos na história do país, mas tornou-se uma relíquia desconhecida para jovens que sequer sabem quem foi Jimmy Hoffa. Suas escolhas custaram uma parte preciosa de sua alma. “Quem dá um telefonema daqueles?”, murmura Sheeran para o padre. 

 

Muito provavelmente, Scorsese não conseguiria lançar um filme com duração tão longa se não fosse produzido pela gigante do streaming Netflix, uma vez que não há o empecilho dos donos de cinema rejeitarem filmes que permitam apenas poucas sessões diárias. Por outro lado, a possibilidade de se interromper um filme por diversas vezes ao se ver em casa, gerou por partes de críticos e do próprio Scorcese a sugestão de que assistissem O Irlandês na maior tela possível, evitando ver no celular e, se possível, sem interrupções. Scorsese é um dos cineastas de sua geração que nunca escondeu sua antipatia pela atuação de empresas de streaming como produtoras de conteúdo e, principalmente, a participação de suas produções em premiações e festivais. Mas a Netflix foi a única disposta a arcar com o gigantesco orçamento de 160 milhões de dólares para um filme de máfia, uma vez que os efeitos de rejuvenescimento foram caríssimos. Agora aqui está seu filme concorrendo a 10 Oscars. Apesar dos terraplanistas, o mundo permanece redondo.

 

COTAÇÃO:


INDICAÇÕES AO OSCAR:
Melhor filme
Diretor: Martin Scorsese
Ator coadjuvante: Al Pacino
Ator coadjuvante: Joe Pesci
Roteiro adaptado: Steven Zaillian
Fotografia: Rodrigo Pietro
Montagem: Thelma Schoonmaker
Efeitos visuais: Pablo Helman, Leandro Estebecorena, Stephane Grabli, e Nelson Sepulveda
Figurino: Sandy Powell e Christopher Peterson
Direção de arte: Bob Shaw e Regina Graves


O IRLANDÊS (The Irishman, 2019)
Com: Robert De Niro, Al Pacino, Joe Pesci, Harvey Keitel, Ray Romano, Anna Paquin e Stephen Graham
Direção: Martin Scorsese
Roteiro: Steven Zaillian
Fotografia: Rodrigo Pietro
Montagem: Thelma Schoonmaker
Música: Robbie Robertson

sábado, 8 de fevereiro de 2020

Os filmes do Oscar: PARASITA (6 indicações)


Por Ricky Nobre 



O TEXTO PODE CONTER SPOILERS LEVES

Em nosso vídeo do Chá das 5, aqui no Alcateia, quando falávamos sobre nossos filmes preferidos de 2019, comentei rapidamente sobre algo que me chamou a atenção. Três filmes, de origens e estilos totalmente diferentes, lidavam com basicamente o mesmo tema: o abandono das classes pobres e marginalizadas em geral. Desta forma, o norte-americano Coringa, o sul-coreano Parasita e o brasileiro Bacurau formariam uma acidental e inesperada “trilogia do abandono”. Mas o que levaria artistas de países de realidades socioeconômicas tão diversas a sentirem a urgência em tratar dos mesmos temas? No apagar das luzes da segunda década do século XXI, a desigualdade social e o abandono dos marginalizados se mostram, de fato, um fenômeno global, seja na mais poderosa nação do planeta, numa das economias mais prósperas do mundo, ou em um dos maiores e mais culturalmente ricos países da América Latina. 

 

Assim como Coringa se concentra no indivíduo e Bacurau na comunidade, Parasita se concentra na família. Apesar de serem três filmes inteligentes e ricos, Parasita se mostra o de leitura mais complexa e multifacetada. É tão repleto de simbologias que o próprio diretor e roteirista Bong Joon Ho brinca com isso ao mostrar o jovem Ki-woo repetindo em várias ocasiões: “Nossa, isso é tão metafórico!”. Apenas a escolha do título já é objeto de horas de discussão sobre quem é o parasita na história: a família Kim, empobrecida, que vai se inserindo na casa da família Park, utilizando-se de métodos que são, no mínimo, antiéticos ou, até mesmo, criminosos? Seria Geun-se, escondido nas profundezas, invisibilizado ao extremo e vivendo dos restos? Seria a família Park, rica, concentradora de riqueza, que vive numa bolha e percebe pobres pelo cheiro? Seria, então, uma cadeia parasitária, onde cada grupo a exerce como forma de sobrevivência e/ou dominação?

 

A identidade cinematográfica de Parasita não é estranha para quem está mais familiarizado com o cinema sul-coreano, onde a mistura/fusão/desconstrução de gêneros não é incomum. Aqui, sua primeira metade é, primordialmente, uma comédia, onde o talento trambiqueiro da família Kim diverte o público quanto mais elaborados são os esquemas para inserir cada membro da família na folha de pagamento dos Park. De uma hora para outra, numa descida tensa, vertiginosa e sinistra aos subterrâneos, acompanhada por uma orquestra atonal e assustadora, nos deparamos com um suspense e, mais adiante, desastres naturais trazem drama e tragédia para, próximo à conclusão, sermos surpreendidos com elementos de terror, fechando o filme com desesperança e melancolia.

 

A movimentação vertical dos personagens traz a óbvia metáfora da pirâmide de classes, com os Park no topo, ricos e plenos, os Kim em sua residência que é metade abaixo e metade acima do solo (mas com o vaso sanitário ao nível da rua, sugerindo que eles vivem abaixo do esgoto, como ficará claro mais adiante) e Geun-se exilado no subsolo, na extrema pobreza. Bong Joon Ho admitiu sua inspiração nos dramas ingleses onde, nas grandes mansões, as longas escadarias separavam os donos ricos da criadagem. 

 

O filme evita como se fosse uma praga o simplismo maniqueísta dos pobres bons e ricos maus. Na maior parte do tempo, vemos a família Kim atacando, em benefício próprio direto ou por medo, pessoas de posição socioeconômica semelhante ou inferior a deles, enquanto os Park ignoram a todos, enxergando apenas a utilidade imediata que os trabalhadores podem ter a eles, se tanto. O desfecho trágico, onde o patriarca dos Kim atinge o limite suportável de humilhação, sugere que até aquele momento eles estavam escolhendo os inimigos errados em nome da sobrevivência. As duas famílias mais pobres saem devastadas, enquanto a rica sai com alguns arranhões. A luta de classes, foco central do filme, é fruto da desigualdade, e comportamentos violentos e criminosos dos oprimidos, ainda que não desculpáveis, são vistos como frutos dessa desigualdade, da invisibilização e do abandono. 

 

O final é de uma melancolia devastadora, onde, mesmo com a conclusão do pai de que o melhor plano é não ter plano, pois o acaso e sua condição social não permitem tal luxo, o jovem Ki-woo ainda planeja ascensão social, dentro da moral e da legalidade, para poder devolver alguma felicidade e união à família. Da forma como foi construído, é um final dúbio para alguns, mas bastante direto e claro para outros. 

 

Parasita tem um elenco perfeito, montagem primorosa e é bem escrito a tal nível que ainda que todas essas simbologias e metáforas escapem completamente ao espectador, ele ainda tem uma história hilária, empolgante, trágica e horripilante para se deslumbrar. Uma obra verdadeiramente provocadora e brilhante que arrebata admiradores das mais variadas nações e culturas, da mesma forma que Coringa se tornou o filme baseado em quadrinhos mais lucrativo da história e Bacurau um dos filmes brasileiros de maior repercussão no mundo recentemente. A desigualdade e o abandono crescem desenfreadamente mundo afora. E as pessoas estão começando a se dar conta. E numa constatação inegável e assustadora, percebemos que, nos três filmes, a consequência direta da desigualdade é a violência.

 

 
COTAÇÃO:


 
INDICAÇÕES AO OSCAR
Melhor filme
Melhor filme estrangeiro
Diretor: Bong Joon Ho   
Roteiro original: Bong Joon Ho e Jin Won Han
Direção de arte: Ha-jun Lee e Won-woo Cho
Montagem: Jinmo Yang

PARASITA (Gisaengchung, 2019)
Com: Kang-ho Song, Sun-kyun Lee, Yeo-jeong Jo, Woo-sik Choi, So-dam Park, Jeong-eun Lee, Hye-jin Jang, Ji-so  Jung e Myeong-hoon Park.
Direção: Bong Joon Ho
Roteiro original: Bong Joon Ho e Jin Won Han
Fotografia: Kyung-pyo Hong
Montagem: Jinmo Yang
Música: Jaeil Jung
Direção de arte: Ha-jun Lee e Won-woo Cho