domingo, 12 de janeiro de 2014

VLOG Alcateia #50 - Resenha de "O Portal" e "Os demônios de Loudun"


Eddie Van Feu recebe a convidada Rebecca Becker para falarem sobre "O Portal" e "Os demônios de Loudun" de Aldous Huxley" e revelando o que as duas obras (ou três contando com Lua das Fadas, ou quatro contando com O Trono sem Rei) tem em comum.

 
 

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

QUARTA TEMPORADA DE GAME OF THRONES À VISTA!



OBA!!! Mulheres peladas! Decapitações! Mulheres peladas! Violência extrema! Mulheres peladas...
 

BOLA FORA COM O PELEZINHO!!!



por Renato Rodrigues
Eu vi isso na banca e fiquei confuso. Achei que era só a capa trazendo uma "versão moderninha" do personagem mas folheando "As Melhores Histórias do Pelezinho # 8" (que traz histórias republicadas dos anos 80) vi com horror os traços alterados.

Não tive mais dúvidas: a Patrulha do Politicamente Correto atacou novamente!!! Pelezinho sofrera uma total plástica nasal e bucal.

Do lado de dentro uma notinha do editor esclarece (sem trocadilhos) o mistério: 
“Caro leitor: a partir desta edição de As Melhores Histórias do Pelezinho, você vai notar umas alterações do desenho dos personagens! O traço foi reestudado para se tornar mais moderno, atualizado e universal O que não foram modificados são os humores e as divertidas histórias dessa turma de craques, que continua batendo um bolão!”
Hum... sei...

Pelezinho é o alter ego do Rei Pelé transformado em personagem dos estúdios Maurício de Souza em 1977 e que reinou mensalmente nas bancas até 1986. Em 2012 retornou com as Edições Históricas republicando na íntegra e na ordem os primeiros números dos anos 70 em forma de almanaques e também nas revistas mais finas com algumas histórias mais recentes dos anos 80. E foi nessa revista (A partir do número 8) que o crime foi cometido. Pode isso, Arnaldo?


Pelezinho e Canabraba ANTES e DEPOIS do Ivo Pitangui
Parece frescura, mas foram ARTES ALTERADAS, personagens descaracterizadas, um desrespeito com os profissionais envolvidos na época e com os fãs e colecionadores. Gente como nós que buscamos nessas revistas um reflexo de quem fomos e um resgate de nossa infância! Isso não é só um "desenho" num gibi, é um DOCUMENTO que foi alterado, uma estátua do Carlos Drummond de Andrade pichada na calada da noite. É como apagar o cachimbo do Popeye, as explosões dos Looney Tunes ou colocar calças no Pato Donald original!!!

Se fossem novas edições com HQs inéditas, tudo bem, afinal diversos personagens mundo afora sofrem mudanças de layout de tempos em tempos, mas mexer nos quadrinhos clássicos é SACANAGEM!!!!! E ressalto isso com o orgulho de possuir a #1 ORIGINAL de 1977 comprada na saudosa Gibimania da Tijuca!

Só posso dizer uma coisa sobre isso:
PORRA, MAURÍCIO!!!

 

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

A meiga Doreen Green - uma breve análise


Por Nanael Soubaim

Poucos heróis são tão carismáticos e têm uma imagem tão reconfortante quanto Doreen Green, a Garota Esquilo. Se muitos dos criados dos anos setenta para cá, são praticamente desconhecidos do grande público, por falta de divulgação decente, imaginem uma que é tida como segundo escalão da Marvel.

Se o nome de guerra já soa estranho, apesar do belo nome de baptismo, seus feitos são ainda mais! E merecem uma reflexão que vai muito além das acaloradas discussões de adolescentes barbados, em fóruns de internet.



Vamos antes à nossa doce mutante. É muito jovem, tem cerca de dezoito anos, 1,6m de altura e 45kg... Esbelta! Nasceu em Los Angeles, ou seja, conhece a vida barra pesada de uma cidade que tem glamour de sobra, para quem puder pagar. Todas as versões de sua figura, da mais recatada à mas sexy, mostram o frescor juvenil. E são muitas versões, algumas altamente pervertidas! Estas eu NÃO MOSTRAREI, tirem o esquilinho da chuva!



Não vive de ser heroína, ela se vira para se sustentar e custear os estudos. Seu emprego mais recente é de babá da filhota de Luke Cage e Jessica Jones, dos novos Vingadores... Se a menina começar a escalar paredes e saltitar entre os galhos das árvores, eles não reclamem, pois conhecem a baby sitter que contractaram.

Ah, sim, apesar de muito responsável, ela é meio maluquinha. Fecha o tempo e escancara um sorriso com a mesma facilidade. Sua primeira aparição, em 1992, foi meio tosca, ela parecia uma fugitiva do manicômio usando um uniforme sujo de um enfermeiro, com apliques de pelúcia e um monte de pochetes. Depois da versão tosca de estréia é que o uniforme foi transformado em um maiô de peles, com a parte de baixo variando entre nada e uma malha completa.

Suas habilidades são controversas. Sua calda de esquilo não faz parte do uniforme, nasceu nela... Imaginem o buliyng que a coitada sofreu, na escola! Ela consegue controlar os esquilos como o Aquaman controla as criaturas marinhas, consegue sua cooperação completa e irrestrita. Tem super força, que varia entre levantar de 200kg a 25 toneladas, ou seja, entre um triciclo grade e um caminhão pesado. Sua agilidade, vocês já podem deduzir, é extraordinária, bem como seus sentidos são aguçados. Faz qualquer mestre de artes marciais parecer uma lesma com letargia.

Com essas credenciais, ela entrou em combate e venceu serelepe, muitos vilões, atiçando a ira dos fãs dos bandidos de quadrinhos, inclusive Doutor Doom e Thanos... Bem, isso tem explicação. E não está na variação de seus poderes. Antes de continuar, eu esclareço que não gosto de bandido, seja real, seja de ficção. Chatice se cura com terapia, perversidade é bem mais difícil.

Eu já falei aqui do péssimo hábito de humanizar os heróis da pior forma possível: maculando o caráter, deturpando a personalidade, colocando herói contra herói,
enfraquecendo-o, subtraindo sua bravura quando até policiais comuns se põe na linha de tiro sem hesitar, transformando heróis perfeitos em garotões mimados, corrompendo, et cétera. Um grupo inteiro de heróis apanhando de um vilão que sai ileso e pronto para a festa, ao fim do combate, sendo derrotado por um golpe de sorte, no final.

Vamos à boa e velha psicologia. Essa gente tem problemas com a autoridade, geralmente tem dificuldades em manter um relacionamento sadio, e não raro se rende a prazeres destrutivos; o oposto do que o herói clássico é.  Vamos ser francos, não prestar está na moda, o alívio hormonal que isso causa é quase imediato e as pessoas querem isso. O resultado não poderia ser outro, como índios sendo queimados e indigentes enterrados vivos na praia, além de garotas sendo agredidas e mortas por recusarem uma cantada. Um mundo assim é muito hostil às pessoas que tentam ser boas, imaginem um Kal-El da vida, que é a abnegação e bondade personificada! Se bem que ele é da DC...

Sabem qual é uma das principais características de gente assim? É não suportar a felicidade. Nem mesmo a própria. Eles acham que o mundo não presta, que ninguém presta, que eles mesmos não prestam e, muitas vezes inconscientemente, sabotam sua própria felicidade, quando não a de todos ao seu redor. Por isso têm dificuldades em manter um relacionamento saudável, sem recorrer a hábitos destrutivos e egoístas. Eles se odeiam. Para se punirem, destroem as figuras por quem começam a nutrir alguma admiração, seja uma pessoa, um casamento ou um herói.



Claro que, na hora do aperto, com uma pistola apontada para a cabeça, eles vão torcer de todo coração que a bondade, a justiça e a solidariedade prevaleçam. Ou seja, deixam de amar o bandido e passam a choramingar pela polícia; o herói da trama real, no caso.

A Garota Esquilo, que deveria ser apenas uma heroína classe "B", acabou se tornando um factor de correção de aberrações. É por isso que ela consegue vencer praticamente qualquer vilão, mesmo os que dão pau nos deuses da Marvel. Ela impede, por assim dizer, que a Marvel se destrua dando glamour aos bandidos e azedando os heróis. Como se alguns roteiristas dissessem a si mesmos "Ufa, ainda bem que eu não tenho poderes para fazer essa m&$#*@ na vida real!", ainda que depois façam longos e enfadonhos discursos contra uma "garota estúpida que vence o poderoso Thanos", a quem fica feliz de jamais encontrar na vida real.


O facto de ela ser baby sitter, ou seja, cuidar de crianças pequenas, lhes causa ainda mais repulsa. Psicologicamente falando, uma criança pequena representa uma esperança de alguém vir a fazer menos besteiras no mundo, ou pelo menos cometer erros novos, não os mesmos que têm sido cometido ao longo dos milênios. Comandar esquilos? Quer maior símbolo de fofura e simpatia do que um esquilo peludo e bem cuidado? Tudo isso é muito saudável, muito constructivo, precisa ser taxado de alienação, viadagem, infantilismo e o que mais se conseguir inventar para detratar.

O problema, no final das contas, não são os heróis, somos nós, que não conseguimos ver a felicidade alheia como uma extensão da nossa, e a nossa própria como algo desejável. A humanidade inteira está contaminada por uma síndrome de auto destruição, a ponto de rejeitar sumariamente qualquer medida que possa recolocar sua cabeça em ordem. Ela quer que um tirano invencível apareça e force todos a fazerem o que todos sabem que podem e devem fazer, ma se recusa a fazer isso por conta própria. A história já nos mostrou muitas vezes no que isso dá.



Por isso nossa jovem e meiga amiga, que poderia ser minha filha, ganhou tamanha importância, e um séquito de fãs indemovíveis. Ela é um absurdo, sim, mas um absurdo meigo, escultural e de rostinho lindo, que vive para corrigir absurdos muito piores. E sejamos francos, é uma moça exemplar, adorável, uma filha que qualquer um gostaria de ter.

 Mais sobre Doreen Green, clicar aqui.

O HOBBIT DE SPRINGFIELD

Mesmo a telinha do You tube consegue ser melhor que o Kinoplex Tijuca 6 com suas projeções em 2d de baixa qualidade:


ANTEROSCLEROSE, O Retorno e O Crepúsculo do Crítico

Ai meu Deus, que saudaaade da Cinemin, aquilo sim é que era revista de cinema


por Antero Leivas
Sou de um tempo anterior à Idade da Pedra Lascada. Tá, um pouco mais pra frente, de um tempo em que revista de cinema era a clássica Cinemin e nem todo mundo era crítico desta arte. Aliás, quem era crítico de cinema, não ficava se arvorando disso. Pelo contrário, se aprofundava no tema cada vez mais, com cursos, uma vasta biblioteca sobre o assunto e aquele simulado silêncio dos sábios. E filmes, claro. Mas FILMES, não EXCESSO, como ver seis filmes num dia e achar que com isso está adquirindo alguma bagagem para dissertar a respeito. Assim numa mesa de bar, em casa, ainda vá lá, mas adquirir status de alguma coisa de nivel profissional? Não. Não. NÃO. Maldito Brasil...

Com o advento e popularidade da Internet, que como a energia atômica, serve tanto para o bem quanto para o mal, a informação ganhou velocidade, em compensação, a opinião, seja qual for, ganhou visibilidade. Então qualquer blogueiro de fim de semana, "cinéfilo" de quinta (sim, pois quem não é crítico, é cinéfilo) ou estudante de contabilidade, ou filhinho de papai vagabundado, tornou-se... CRÍTICO DE CINEMA.
 
O Crítico, esse incompreendido


E o que é o crítico pra essa gente? É o pessoal que se entope no coffe break, que anuncia em redes sociais q vai pras cabines de imprensa (sessões exclusivas, ou melhor, ANTIGAS sessões exclusivas para quem tivesse um MÍNIMO de entendimento no assunto. Hoje, apenas uma farra para caipiras de ambos os sexos) e fica se achando um deus diante dos outros pobres mortais. Engraçado, nunca me vi assim. No tempo em que comecei a receber convites para cabines (Não, NUNCA me ofereci, caros blogueiros) eu me intimidava diante daquele pequeno grupo de figuras aparentemente selecionadas, antipáticas e que me olhavam com o severo ar de "Porra, começaram a invadir nossos espaço". Eu achava os veteranos pedantes e pretensiosos. Hoje os entendo plenamente... Porque, sério, se você NUNCA estudou NADA sobre cinema, o máximo que você cita como crítico, que julgas ser, é Rubens Ewald Filho (no Brasil) e Pauline Kael (nos EUA), desconhece qualquer obra de Georg Wilhelm Pabst e seus contemporâneos, dificilmente cita dez filmes de Ingmar Bergman ou Luis Buñuel, jamais viu sais de prata, julga Tarantino, criativo; John Williams, o maior dos compositores de trilhas; crê piamente que documentarista é o Michael Moore, e boia quando alguém cita "campo e contracampo", "moiré", plot e decupagem, acho melhor rever seus conceitinhos e mudar de profissão. E não, Google não conta...

Se não conhecer esse cara, não fala mais comigo...


Me chamam de ranzinza, resmungão e o CACETA a quatro, fato é q não construí essa fama da noite pro dia não e menos ainda sem motivos. ODEIO e sempre odiei os bicões do Festival do Rio (eu tinha MUITAS matérias aqui mesmo nesse site a respeito do assunto, instituí o tema inclusive, todavia "misteriosamente" meus textos desapareceram quando me desliguei da Alcateia há alguns anos), os imitadores de críticas alheias e principalmente, das críticas estadunidenses, as PIORES feitas em séculos; mas ODEIO SOBREMANEIRA, graças a energia atômica, digo, a inclusão digital, qualquer pipoqueiro malversado nas artes da vida, que fará nas artes e ciências cinematográficas, criar seu bloguezinho de meia pataca, com meia dúzia de page-views diários, transmutar-se num rasgo de insano egocentrismo, em Roger Ebert (pare de olhar o Google...). Mereciam, no MÍNIMO, o apedrejamento público. E, não, nenhum hacker invadiu e escreveu por mim não, eu mesmo acho isso. E assim seguirei até o último suspiro dos dias.
Mestre Albagli (1939 - 2006)
 
Nunca fui pretensioso quando novato. Fiquei assim, depois de velho. Uma história que eu sempre conto... No tempo em que eu mais queria provar pra todo mundo que eu não precisava provar nada pra ninguém, conheci, este sim, um dos melhores Críticos de cinema da história brasileira, Fernando Albagli, (é história repetida? Tá, lê assim mesmo) editor da supracitada Cinemin. Um amigo e profissional em comum, nos aproximou e criou breves bate-papos à entrada de cada cabine. Uma delas, era no primeiro da série Premonição, onde somente ele concordou quando eu disse que aquilo era mais diversão do que terror, enquanto, tadinhos, provavelmente conhecedores do terror a partir de Jason 6 ou similar, comentavam a "tensão" existente na obra. Não, meninos. Não. 
Um dia, perguntei ao filósofo Albagli se ele se julgava um crítico e ele respondeu calmamente: "Não, eu estudo cinema". Me desculpem, bicões, se Fernando Albagli não era crítico, vocês seriam digamos, NO MÁXIMO, um tipo de público. Um público privilegiado até certo ponto, longe do tumulto das sessões do fim de semana e com desavergonhada chatice pra postar no feicebuque (Que agoniza em praça pública, Oxalá).
Louise Brooks. Tá aqui só pra enfeite. Ou não...


Repararam, né? A ANTEROSCLEROSE e seu vira-lata, Antero Leivas, estão de volta (dessa vez sem desaparecimentos, espero) e eu envelheci. Estou pior, bem pior. Volto pra falar de cinema e coisas de cinema e TV (Sim, TV. Somente DUAS pessoas entendem mais de séries do que eu neste Brasil e uma delas é dona deste site. Achei que não deveria furtá-los de mais tempo sem minha carismática presença) e quiçá livros e revistas também. Prometo não encher vosso saco, desde que não encham o meu e quase não repetir a frase que nós, em idade provecta, adoramos utilizar: "No meu tempo". Eu disse QUASE, não se animem. 
Sejam bem vindos de volta, lupinos e lupinas. 

DROPS
 
Tá amarrado?
E numa carta aberta à imprensa, a Rede Record se isenta da suposta acusação de censura devido aos cortes das cenas de violência e sexo quando da exibição do primeiro episódio da série Spartacus Sangue e Areia (no caso da emissora do pastor, só a areia) no último dia 5. A alegação é que a distribuidora oferece duas versões e que a mais light foi a opção da TV aberta. Sério? Resta saber se Breaking Bad também terá essa tal "segunda versão", assim como Sons of Anarchy (por favor, Filhos da Anarquia não, gente...) É esperar pra ver. Ou não ver.
 
Say my name, sem cortes, de preferência...
 

Lynch volta a Twin Peaks

Ao que tudo indica, o louco genial volta ao seriado que o consagrou também na TV. Muito embora, a previsão seja para algo em torno de 2015. Robert Engels, produtor executivo da rede estadunidense de TV, ABC, vem procurando um programa para preencher a lacuna deixada por Lost há pouco mais de três anos. E quem melhor do que a bizarra cidade dos picos gêmeos? Tá certo que tirando a primeira temporada, o resto é pra lá de questionável e que em mais de duas décadas, dificilmente o elenco original poderia tornar, mas, quem, como eu, cultua a série, sabe que Laura Palmer comentou algo no sonho do Agente Cooper quanto a se encontrarem daí a 25 anos. E por que não? A dupla David Lynch e Mark Frost não deitou oposição e Kyle MacLachlan, o bom e velho (velho mesmo) Agente Cooper nunca mais logrou muito êxito em sua carreira. Isso já basta. O resto é só achar uma carinha bonitinha pra substituir Sheryl Lee, a Laura original (afinal fantasmas não envelhecem, nem vem) e Go ahead, cambada!



Sheryl "Laura Palmer" Lee e o tempo...


Apostazinhas
E para ir voltando aos poucos à velha forma, a coluna aposta na qualidade dos seguintes filmes vindouros: Ela, o novo longa do cultuado Spike Jonze (Quero Ser John Malkovich), com Joaquim Phoenix, transfigurado num sujeito pacato e decadente e Scarlett Johansson, ainda pior, na "pele" de um... programa de computador (!!!!) É bizarro, logo vai ser bom.

Godzilla: vocês não sei, mas monstros gigantes é comigo mesmo. E dessa vez, o velho lagartão vai apavorar geral e com o auxilio luxuoso de Walter White, digo, Bryan Cranston no elenco!!!.

X-Men, Dias de Um Futuro Esquecido. Se o filme for dez por cento fiel à HQ que o originou, formará um duo com X-Men First Class, como duas das maiores bolas dentro da Fox em relação a super heróis. Bryan Singer voltou! Tranquilizemo-nos!

E saibam: meu mais recente acerto foi com Guerra Mundial Z. Se eu errar, tenho a desculpa de estar em treinamento ainda.





Até a próxima, lupinos! E aguardem a volta de nossos brindes e sorteios!

 
 

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

TRAILER DE VERONICA MARS - O FILME

por Renato Rodrigues
A série totalmente desconhecida mais famosa do mundo está de volta... mas nos cinemas.  E vendo o trailer tá tudo lá: Os diálogos espertos, as tiradas rápidas de loira detetive e os personagens cativantes desde o elenco principal até os coadjuvantes figuras como o fanfarrão Dick. Clique e veja a turma do colégio Neptune High quase uma década depois da série e chore vendo que eles estão tão jovens e esbeltos quanto na época e você tá barrigudo e cheio de fios brancos na cabeça!



Na trama, Veronica (Kristen Bell) está de volta à Neptune para a reunião dos antigos alunos da escola após anos sem trabalhar como investigadora e aceita um novo caso envolvendo seu ex-namorado Logan (Jason Dohring).

O filme só foi possível graças ajuda financeira dos fãs que apoiaram a produção com grana firme graças a uma maciça campanha de crowdfunding (esse troço que eu nunca entendi mas que gera muuuita bufunfa!!!).

Legal é ver que os atores não só estão de volta aos seus papeis como também vieram a público agradecer pela ajuda na internet:


domingo, 5 de janeiro de 2014

VLOG ALCATEIA 49 - Nossos Maiores Micos indo ao Cinema


Hoje Eddie Van Feu, Ricky Nobre, Antero leivas e Renato Rodrigues revelam seu maiores micos indo ao cinema! Contam também quais os primeiros filmes que viram na telona e descem o cacete no Kinoplex do Shopping Tijuca.

Descubra quem foi o crackudo que quase já foi expulso da sala de cinema e também quem já dormiu durante um filme inteirinho sem medo de ser feliz.
 
 
Aproveite para colocar aí nos comentários seu mico supremo nos cineminhas! FELIZ 2014!!!